Parque das Nações: Lisboa moderna e cosmopolita

A visita ao Parque das Nações, Lisboa, é indispensável em roteiro de turismo na capital de Portugal. Em um dia já é possível conhecer os principais pontos turísticos dessa região, que melhor expressa a modernidade e pluralidade típicas de capitais europeias cosmopolitas. Neste post, minha experiência de três semanas na região e dicas detalhadas de locais para seu roteiro!

Moça sentada em banco, passeio, prédios, lago e teleférico
Vista do Parque das Nações, Lisboa: Oceanário, Teleférico, Torre e Ponte Vasco da Gama

Se em outros locais, como a Baixa-Chiado, Alfama e Belém, a gente respira tradição e a história antiga da cidade, no Parque das Nações nos deparamos com uma típica capital europeia deste século, moderna e cosmopolita. Ruas e avenidas largas e arborizadas, arquitetura arrojada, ampla variedade de comércio e serviços e um belo parque à beira do Rio Tejo com vista para a Ponte Vasco da Gama.

A região do Parque das Nações, em Lisboa, destinada a grandes eventos, também reúne alguns pontos turísticos muito interessantes, como o Oceanário, o Teleférico e o Pavilhão do Conhecimento- Ciência Viva. Em minha viagem de mais de um mês a Portugal passei três semanas na região e posso afirmar que foi uma ótima escolha!

A hospedagem é especialmente indicada para quem vai à cidade participar de algum evento nos Pavilhões do Parque das Nações ou pretende partir de lá para outros destinos, mas vale para todos. O Parque das Nações fica a apenas 30 minutos do Centro Histórico de Lisboa e a 24 minutos do Aeroporto (ambos de metrô). Sem contar que tem a Estação Oriente, de onde pode ir de trem a outras regiões de Portugal e países da Europa.

Parque das Nações: imersão na cultura lisboeta periférica

Crianças e professores fazem exercícios em gramado
Atividade esportiva com estudantes no Pq. do Tejo, em Parque das Nações, Lisboa

O que eu mais gostei em ficar no Parque das Nações foi a sensação de pertencimento que tive, pois pude conviver com moradores locais de diferentes origens, entre os quais alguns brasileiros, inclusive. Frequentar os mesmos lugares que eles, como a padaria, a quitanda, a lavanderia e o parque, me proporcionou uma verdadeira imersão na cultura lisboeta periférica, coisa que a gente não consegue só de passagem, com um roteiro apertado e ficando em um hotel da zona turística tradicional.  

E o curioso é perceber o quanto nossas culturas são parecidas, embora algumas diferenças possam parecer gritantes em um primeiro momento. De imediato, me chamou atenção a cara fechada de algumas mulheres. E às vezes eram bravas mesmo! Em alguns momentos, a conversa até parecia xingamento, mas creio que em parte deva-se ao modo de fala rápida.

Lisboa: Ganhando sorrisos de “portuguesas bravas”

Mulher encostada em grade. Árvores, rio e teleférico ao fundo
Feliz da vida depois de almoçar um bacalhau e vinho deliciosos no Parque das Nações

Às vezes, ficava em dúvida se a língua que escutava em algumas conversas era mesmo português ou árabe. Foi curioso ver quando entrava em um comércio, por exemplo, como elas mudavam o tratamento ao perceberem que era uma brasileira. Depois, conversando com algumas pessoas, soube de algo que talvez justifique a rispidez das matronas lisboetas com as brasileiras.

Contam que anos atrás teriam ocorrido muitos casos de mulheres brasileiras “roubarem” maridos das portuguesas..rs. “Causos” à parte, o fato é que as portuguesas mais jovens com quem tive contato foram bem mais simpáticas, como a estudante de uma cidade do interior, que conheci na pousada. Em certa tarde, passamos horas conversando, mas infelizmente não consigo lembrar o nome dela. Anotei no celular e perdi ao fazer uma atualização!

Fonte, bancos, pessoas e árvores
Fonte que espirra água e provoca ondas, no Parque das Nações, Lisboa

Sei que a parte mais engraçada da conversa foi ela tentar, várias vezes, me fazer entender a frase “coroa da rainha”, com uma rapidez tamanha que fazia parecer apenas duas sílabas e qualquer coisa, menos o que queria dizer. Só entendi quando fez mímica. Rsrs. Ao mesmo tempo, as portuguesas me pareceram todas muito trabalhadoras e, se eu respondia uma cara feia com um sorriso e algo como “bom dia, como vai você?” ou “muito obrigado e bom fim de semana!”, ganhava um olhar mais compassivo e às vezes até um sorriso.

Portugueses cordiais em Lisboa

mulheres sentadas à beira de lago, prédio e teleférico ao fundo
Mulheres relaxam no Parque das Nações, em Lisboa. Oceanário e teleférico à vista

Os portugueses, em geral, mostraram-se bem cordiais, solícitos e sempre respeitosos. Não passei nem vi qualquer situação de assédio, desde andando pela rua, em centros comerciais, restaurantes até no transporte público. Dizem por lá que para rolar uma paquera tem que ser em local apropriado, como um barzinho, uma casa noturna e, ainda assim, só com um claro sinal verde da moça. Que bom!

Outra coisa muito legal foi perceber os hábitos alimentares dos lisboetas, que não são os pratos gourmet servidos nos restaurantes turísticos. Como a pousada que fiquei estava em Moscavide, um reduto da população original que vivia na região antes da revitalização, fiz várias refeições em padarias e pequenos restaurantes fora da zona turística. Além de comprar comida pronta no mercado, o que me rendeu uma boa economia.  

Sobre o Parque das Nações, Lisboa

bandeiras asteadas em fileira ao lado de lago. Prédios ao fundo
Bandeiras indicam países participantes da Expo 98, evento que transformou a região do Parque das Nações, em Lisboa

A região ou Freguesia do Parque das Nações ganhou esse nome depois de revitalizada, no final dos anos 1990, para a realização de uma grande exposição mundial sobre os oceanos e a necessidade de preservá-los, a Expo 98. Até então, era grande a degradação ambiental da área que compreende uma faixa de 5 km na margem do Tejo e adjacências, ocupada de forma desordenada por indústrias, atividades portuárias e afins.

A Expo 98 recebeu quase 10 milhões de pessoas e contou com a participação de 146 países, entre os quais o Brasil. Por isso, o nome “Parque das Nações”. Por conta do evento, observa-se alguns monumentos e o estilo arquitetônico predominante relacionados ao tema dos oceanos.

O principal é a icônica Estação Oriente (também conhecida como “Gare do Oriente”), obra do arquiteto espanhol modernista Santiago Calatrava, cuja cobertura nos lembra as velas e proas de um navio e ondas do mar.

Estação do Oriente, em Lisboa
Plataformas de embarque de trem da Estação do Oriente, no Parque das Nações, em Lisboa

Inaugurada em 1998, a Estação Oriente é uma das mais importantes de Portugal, pois liga Lisboa a outras cidades e países da Europa. Embora o Parque das Nações seja o retrato de uma Lisboa moderna e voltada para o futuro, também tem muita história. “As primeiras notícias com referência a este território remontam ao período romano, entre os séculos II a.C. e I d.C., com a construção de estradas e pontes. É o caso da ponte sobre o rio Trancão…”, informa o site da Junta de Freguesia do Parque das Nações

Como chegar ao Parque das Nações em Lisboa

De Metrô (Metro): O acesso é pela Linha Vermelha (sentido Aeroporto). Do Centro Histórico de Lisboa, tome a Linha Verde nas estações Baixa-Chiado ou Rossio (sentido Telheiras), desça na estação Alameda e pegue a Linha Vermelha até a estação Oriente.

De Trem (Comboio): O acesso é pela Linha Azambuja/ Porto, que pode tomar na estação Santa Apolônia, na Praça do Comércio/ Terreiro do Paço.

De Ônibus (Autocarro): Linha 728, que passa em frente ao Arco da Rua Augusta, na Praça do Comércio. Desembarque na Estação Oriente.


Traseira de carro e horizonte

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Bom, agora vou contar minhas experiências e dar dicas de alguns locais na região do Parque das Nações que podem fazer parte do seu roteiro em Lisboa. Acredito que em um dia seja possível aproveitar bem a região. Confira! E depois tem mais fotos na Galeria, ao final da Página.. 

O que fazer no Parque das Nações, Lisboa:

Conhecer a Estação Oriente

avenida com carros, pessoas, prédio com grande estrutura de metal e céu
Uma das entradas da Estação Oriente, no Parque das Nações (Lisboa). Obra de Calatrava

Recomendo começar pela Estação Oriente. Se for até o Parque das Nações de metrô, trem ou ônibus é lá mesmo que vai descer. A Estação é linda! Vale subir até as plataformas de embarque de trem para ver a estrutura em metal e vidro que cobre a estação.

O piso inferior costuma abrigar feiras e exposições. Vi uma de livros e discos que era muito grande mesmo, cheia de relíquias, entre as quais muitas de artistas brasileiros, como Roberto Carlos e Chico Buarque. Aliás, como adoram música brasileira os portugueses! Tempo estimado para a visita: 15 a 30 minutos.

ONDE: Piso 1 – Avenida D. João II, 1990-233, Pq. das Nações, Lisboa. 

Ir ao Shopping Vasco da Gama

prédios, escultura e pessoas caminhando
Escultura “O Sol Humano”, de Jorge Vieira, à frente da entrada do Shopping Vasco da Gama. Torres São Rafael e São Gabriel dos lados

De lá, pode acessar o Shopping Vasco da Gama atravessando a avenida em frente (Dom João II) ou pelo subsolo. Não é um shopping muito grande, mas um local agradável, bem servido de lojas, cinema, supermercado. Talvez, tomar um café ou outra bebida no terraço, com vista para o Tejo. Tempo estimado para a visita: 15 a 30 minutos.

ONDE: Av. Dom João II 40, Parque das Nações.

QUANDO: Aberto todos os dias, das 9h à meia noite.

Visitar o Pavilhão do Conhecimento- Centro Ciência Viva

Fonte de água, esculturas, prédio e pessoas passando
Exterior do Pavilhão do Conhecimento- Ciência Viva, no Parque das Nações, Lisboa

Do Shopping, pegue a saída para a Alameda dos Oceanos e siga à direita em direção ao Pavilhão do Conhecimento- Centro Ciência Viva. No belo caminho entre jardins, não deixe de parar para apreciar os vulcões de água: fontes em forma de cone que espirram água e provocam pequenas ondulações no lago. Passei um tempo agradável por ali, observando o ciclo da água, a vegetação e a diversidade de pessoas que passam pelo local.

Eu fui ao Ciência Viva e achei interessante, mas considero especialmente recomendável a quem estiver com crianças e/ou amantes das ciências, pois é bem didático, interativo e com temáticas infanto juvenis. Algo que gostei muito foi uma exposição permanente de fotografias de cientistas portuguesas, uma forma de divulgar a importância do trabalho feminimo no segmento. Tempo estimado para a visita: 1h30.  

Fonte de água e, fora de cone, árvores, pessoas e prédios.
Um dos “vulcões de água” do Parque das Nações, em Lisboa, Portugal

ONDE: Largo José Mariano Gago, nº 1, Parque das Nações, 1990-073- Lisboa. GPS: 38.762602,-9.095014.

QUANDO: De terça a sexta-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h30; 16h30 para os grupos). Fins de semana e feriados, das 11h às 19h (última entrada às 18h30). Fechado nos dias 24, 25 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.

QUANTO CUSTA: 9 a 6 Euros.

MAIS INFORMAÇÕES:  (+351) 218.917.100 e no site oficial do Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva.

Visitar o Oceanário de Lisboa: imperdível

Visitantes observam animais em aquário gigante.
Visitantes observam animais no Oceanário de Lisboa: Mais de 500 espécies de 4 oceanos

Logo ao lado do Pavilhão do Conhecimento está o Oceanário de Lisboa, um aquário gigante, com nada menos que 5 milhões de litros de água salgada e mais de quinhentas espécies de quatro oceanos representados: Antártico, Pacífico Temperado, Índico Tropical e Atlântico Norte. Está entre os maiores da Europa e foi eleito o “Melhor Aquário do Mundo” pelo TripAdvisor em 2015 e 2017.

O objetivo é gerar conhecimento e sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de mudar comportamentos para preservar a natureza. Eu visitei e achei incrível, principalmente por conta da disposição do aquário no prédio: quatro grandes tanques em dois pavimentos, mas que dão a impressão de serem apenas um, circundados por corredores para os visitantes.

A sensação que tive foi de estar em túneis submersos no oceano, em meio à toda a exuberância da fauna marinha. Eu demorei mais, pois tinha tempo e curiosidade de sobra, mas dá pra fazer a visita tranquilamente em 2 horas.

Com o mascote do Oceanário de Lisboa, em frente ao prédio, no Parque das Nações, Lisboa

ONDE: Doca dos Olivais, no Parque das Nações, Lisboa.

QUANDO: Aberto das 10h às 19h (última entrada às 18h). Horário de verão (a partir de 30 de março de 2019), das 10h às 20h (última entrada às 19h). Dia 25 de dezembro, das 13h às 19h (última entrada às 18h). Dia 1 de janeiro de 2019, das 12h às 19h (última entrada às 18h).

QUANTO CUSTA: 10 a 15 Euros (exposição permanente). Crianças até 3 anos não pagam.

MAIS INFORMAÇÕES: (+351) 218.917.000, [email protected] e no site oficial do Oceanário de Lisboa.

Andar no Teleférico do Parque das Nações

teleférico, lago, rio, calçadão, ponte e prédios
Vista do Parque das Nações. Da cabine do teleférico, chegando na estação sul

Saindo do Oceanário de Lisboa, pode tomar o Teleférico na estação sul, que está logo ao lado. Com um trajeto de apenas 1230 metros, o Teleférico do Parque das Nações é considerado um meio de transporte turístico, mas acaba funcionando mais como um mirante em movimento.

A trinta metros de altura, tem-se uma boa vista da região à margem do Tejo, seus principais prédios e pontos turísticos, como o Oceanário, a Doca dos Olivais, o Pavilhão Atlântico (onde ocorrem grandes shows), o Casino de Lisboa, a Estação Oriente, a Torre Vasco da Gama e, claro, o Rio Tejo. Tempo estimado: 15 minutos.

ONDE: As cabines para a compra de ingressos, embarque e desembarque do Teleférico ficam nas duas pontas: ao lado da Torre Vasco da Gama (estação norte) e ao lado do Oceanário (estação sul).

QUANDO: Aberto todos os dias do ano. De 17 de março a 1 de junho, das 11h às 19h. De 2 de junho a 9 de setembro, das 10h30 às 20h. De 10 de setembro a 27 de outubro, das 11h às 19h. De 28 de outubro a 15 de março, das 11h às 18h. Horários especiais entre a véspera de Natal e Ano Novo. Consulte no site oficial do Teleférico.  

QUANTO CUSTA: 2 a 3,95 Euros (só ida) ou 3,35 a 5,90 (ida e volta). Crianças até 6 anos não pagam.

Almoçar em um dos restaurantes com vista para o Tejo

pratos de bacalhau e taças com vinho tinto
Alguns dos pratos que provamos no D’Bacalhau, no Parque das Nações, Lisboa

Ao descer do teleférico na estação norte, caminhe pelo Passeio das Tágides à sua esquerda, onde verá vários restaurantes com frente para o Tejo. Entre os que experimentei, recomendo o D´Bacalhau, especialista no preparo do prato mais tradicional de Portugal. Boa comida, carta de vinhos, atendimento cordial e preço justo. Tempo estimado: 1h15.

ONDE: Rua da Pimenta 45 – Zona Ribeirinha Norte, 1900-254 Parque das Nações.

Caminhar e assistir ao por do Sol no Parque do Tejo, em Lisboa

Árvore apoiada em toco, gramado, bancos, rio e ponte ao fundo
Árvore apoiada em toco no Parque do Tejo, no Parque das Nações, Lisboa

Depois de almoçar, siga pelo Passeio das Tágides no sentido contrário (em direção à Torre Vasco da Gama), passe pela estação norte do teleférico e pela Torre Vasco da Gama até chegar ao Parque do Tejo. É uma área verde à beira do Rio Tejo, no Parque das Nações, muito bem cuidada. Fica entre a Torre Vasco da Gama e um pouco adiante da Ponte Vasco da Gama, que liga Lisboa a outras cidades, como Setúbal e Almada.

A Torre Vasco da Gama é um mirante com 145 m de altura (prédio mais alto de Portugal), construído para a Expo 98, mas está fechada para visitação desde 2004, infelizmente. Sua estrutura está sendo usada por um hotel de luxo. O Parque do Tejo tem pista para caminhada e corrida, ciclovia, pier, aparelhos para ginástica, monumentos, árvores, entre as quais muitos pinheiros, arbustos e algumas ervas aromáticas.

Ponte, rio, pedras, calçada e pessoas
Por do sol à beira Tejo, no Parque das Nações, em Lisboa. Ponte Vasco da Gama fica dourada

Pouco explorado pelos turistas, é uma das principais áreas de lazer dos moradores locais. Além de fazer exercício, as caminhadas pelo Parque do Tejo me presentearam com pores do Sol espetaculares. Nessa época do ano (Outubro e Novembro), os últimos raios do Sol (que se põe do lado contrário) parecem transformar o concreto da Ponte Vasco da Gama em ouro e fundem os azuis do céu e das águas do Tejo! Uma beleza quase impossível de retratar em palavras. Tempo estimado da visita: 1 hora.


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O que fazer à noite no Parque das Nações Lisboa

pessoas deitadas, sentadas e em pé assistem a show no palco
Festa no Pavilhão de Portugal do evento Web Summit 2017

Para quem quiser aproveitar a noite na região, há algumas opções interessantes, como o Teatro Camões (referência em apresentações de dança), o Casino de Lisboa (jogos e shows), boa variedade de restaurantes e bares. Um dos que mais gostei foi o Irish&Co.- Irish Sports Pub, um autêntico pub irlandês, com porções, cervejas especiais e, na noite em que fomos, boa música ao vivo.

ONDE: Teatro Camões (Passeio do Neptuno, próximo do Oceanário); Casino de Lisboa (Alameda dos Oceanos, 45 ); Irish&Co. (Rua da Pimenta, 57).

Onde se hospedar no Parque das Nações

Mulher, duas camas e mesa de cabeceira ao fundo
No quarto em que fiquei hospedada na pousada do Parque das Nações, Lisboa

No Parque das Nações, em Lisboa, fiquei hospedada na Pousada da Juventude, ao lado da estação de trem de Moscavide, mas só recomendo para quem for ficar poucos dias e não se importar com barulho. Eu tenho sono leve, então a constante agitação noturna nos corredores me incomodou algumas vezes.

Sem contar que depois de uns dias a gente começa a sentir mais as molas tortas dos colchões.. Rs. Por outro lado, a limpeza e a localização são muito boas e o custo baixo gerou uma economia considerável.


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Galeria de fotos do Parque das Nações, Lisboa

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Referências

  • A viagem de Michele a Portugal foi entre Outubro e Novembro de 2017, custeada por ela. Dos locais mencionados nas dicas, somente as entradas ao Pavilhão do Conhecimento e ao Oceanário não foram pagas, já que o acesso foi via credenciamento de imprensa. Ainda assim, como de costume, as opiniões expressadas pela autora são totalmente sinceras. 
  • Com informações dos sites oficiais do Turismo de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa, da Junta de Freguesia do Parque das Nações, do Googlemaps e de locais mencionados, disponíveis em 10 e 11 de Dezembro de 2018.  
  • midacosta
  • Autora do embarque40mais.com. Uma jornalista do interior de São Paulo-BR, que adora conhecer lugares, culturas e contar boas histórias.

17 Comments

  • Eu leio muito sobre Lisboa pq tenho muita vontade de conhece-la, mas não lembro de ter lido sobre esse Parque, amei toda estrutura dele. Mais um para minha lista do que conhecer em Lisboa!

  • Que saudades de Lisboa, que cidade linda! 😮 Nós adoramos muito nossa viagem em Portugal. Muita coisa boa na sua lista, vai ajudar bastante quem for se planejar.

    • Também tenho saudades, viu.. Esse é o propósito. Fico feliz em ajudar! Obrigado pela visita! Abraço.

  • Um post super completo, estou lendo muito sobre Portugal, pois ainda não conheço e quero muito ir esse ano. Se Deus quiser vai dar certo.

    • Dá sim! É um destino lindo, mesmo! Vai adorar. Tem outros posts sobre Portugal aqui o blog. Se quiser dar uma olhada, busque na caixa de pesquisa ao final da página. Abraço!

  • O Parque das Nações é lindo! Da última vez que fomos a Lisboa ficamos hospedados lá e conseguimos nos deslocar com muita facilidade! Fora a vantagem de estar pertinho do Oceanário, que é um dos principais pontos turísticos da cidade!

    • Verdade, Rafael! É uma boa mesmo ficar hospedado nessa região do Parque das Nações, né? Perto do Oceanário e muito mais! Eu andei muito por lá (uma média de 5 km por dia..rs) e pude explorar bem. Abraço!

  • Adorei o que você falou sobre sensação de pertencimento. Acho que isso é algo que faz diferença nas viagens, né? E o Parque das Nações é realmente lindo. Deu saudade de Lisboa!

    • Oi Mariana! Ah, sim, isso foi muito bacana.. torna mesmo uma viagem especial! Um abraço!

  • Já fui ao Oceanário de Lisboa mas ainda quero voltar para essa região do Parque das Nações, que é realmente bela. Já anotei suas dicas! Obrigada por compartilhar

    • Que ótimo! Me deixa contente contribuir com as pessoas. Um abraço e volte sempre!

  • Um relato completíssimo para conhecer uma das áreas mais legais de Lisboa, cidade que adoro e onde volto sempre que posso.
    A estação Oriente por exemplo é imperdível na minha opinião porque simboliza justamente esse lado moderno da cidade.
    Dicas notadas e até a próxima.

    • Que bom que gostou, Adelaide! Uma opinião favorável de alguém que também conhece o lugar é muito bacana. Obrigado!

  • Adorei o relato! Fez eu me sentir de volta às ruas de Lisboa. Tive essa experiência “menos turística” no Porto, quando fiquei um mês na casa de uma amiga, e foi sensacional viver um dia a dia longe dos turistas. Muito diferente mesmo. Obrigada por compartilhar suas dicas.

    • Que legal, Marcela! Não conheci o Porto, mas está nos planos da próxima visita a Portugal. Fico contente que tenha gostado! Obrigado pela visita. Abraço!

  • Nada como viver boas experiências quando estamos viajando né?! Sejam elas mais ou menos turísticas, não importa muito, desde que elas nos digam algo. Suas vivências em Lisboa me pareceram simples e marcantes. Tão bom quando podemos conhecer um pouco mais um povo e suas particularidades, seu cotidiano… Estive em Lisboa apenas uma semana e fui em busca de suas velharias, então não deu tempo de chegar até a Portugal moderna e seu parque das nações, mas de tudo o que você lista das boas coisas para fazer na região o que eu acho que mais gostaria seria assistir ao por do sol no Parque do Tejo e claro, comer comida local. 🙂

    • Rs.. ah, sem dúvida, foi o mais lindo de tudo, ver esses pores do Sol espetaculares.. Vá quando puder! Um abraço, Ana!

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