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Dicas de transporte em Lisboa e Sintra para turistas em Portugal

Lisboa-Metro-estação-de-Moscavide-scaled Dicas de transporte em Lisboa e Sintra para turistas em Portugal

Passageiros aguardam embarque em estaçao de metro de Lisboa

Minhas experiências e dicas de transporte em Lisboa e Sintra para turistas, com destaque para os transportes públicos: metrô, bonde, ônibus e trem. Uma contribuição ao seu planejamento de viagem a Portugal.

Para mim, a melhor coisa quando estou em um lugar novo é mesmo andar a pé, caminhar horas observando tudo, da arquitetura e monumentos a pessoas e paisagens. Mas, para percorrer distâncias maiores não tem jeito, a gente tem que recorrer aos meios de transporte locais.

Por isso, decidi compartilhar minhas experiências durante os mais de trinta dias que passei na região de Lisboa, Portugal. Assim, contribuir para que as pessoas possam se locomover com segurança, ganhar tempo e aproveitar mais esses belos destinos.

Lisboa tem opções de transporte para diferentes perfis

Estação Oriente (Lisboa), de onde partem trens para o interior e outros países da Europa

Então, vamos às dicas de transporte em Lisboa! Na região há várias opções de transporte, conforme o perfil de cada pessoa. Desde aquela descolada de espírito livre, mas econômica, até aquela que não gosta mesmo de dividir espaços nem gastar muito a sola do sapato, prefere conforto e paga o preço.

Eu me encaixo mais na primeira opção. Então vou contar minhas experiências do período que passei nessas belas cidades portuguesas e outras próximas. Mas também apontarei outras possibilidades que vi por lá. 

Considero o transporte público coletivo uma ótima opção em Lisboa, Sintra e toda a região. As redes são muito boas, seguras e, comparado a outros meios, o custo é baixo.

Transporte público é ótima opção para turismo em Lisboa e região

Interior da Estação Oriente, em Lisboa: metrô, trem e ônibus

A principal dica de transporte em Lisboa é comprar cartões magnéticos de transporte, que são recarregáveis e permitem viajar mais pagando menos no metrô (metro) e trem (comboio). Assim como em outros tipos de coletivos da Carris, como ônibus (autocarro), bondinho (elétrico), ônibus elétrico grande (elétrico articulado), barca de travessia do Tejo e até elevadores, como o da Justa (na Baixa-Chiado).

Você escolhe o cartão, com acesso aos tipos de transporte que melhor combinem com suas necessidades. Durante minha estada em Lisboa, adquirindo o cartão Sete Colinas ou o Viva Viagem, cada viagem em veículos da Carris ou no metrô custava 1,45 Euro. Enquanto isso, se eu tivesse pagado na hora (dentro do veículo) teria custado 1,85 Euro para autocarros e 2,90 Euros para elétricos. Com o cartão Zapping ficava 1,30 cada viagem em toda a rede.

Os cartões são vendidos em vários pontos da cidade, como bancas de jornais, estações de metrô e de trem. Ah, e mesmo que não precise, não deixe de andar de elétrico em Lisboa, pois é uma delícia fazer essa “viagem no tempo”. Veja no vídeo a seguir!

Transporte com Elétrico para “viajar no tempo” em Lisboa

Andar de Elétrico em Lisboa é como fazer uma viagem no tempo

Como se locomover em Sintra, região de Lisboa

Centro da Vila de Sintra (região de Lisboa)

Também é possível usar alguns desses cartões para ir de trem a vilas da região de Lisboa um pouco mais distantes, como Cascais, Estoril e Sintra. Mas saindo da estação de trem em Sintra, minha gente, o custo de transporte coletivo para percorrer os monumentos e parques é mais elevado.

E atenção: compre somente aquilo que for usar no dia. Fui à Sintra três vezes. Na primeira vez, sem informação adequada, optamos pelo bilhete Turístico Diário (para usar à vontade o dia todo), ao custo de 15 Euros!!! O que foi um desperdício, pois usamos apenas quatro conduções.

O melhor é fazer um trajeto por dia, mesmo porque na minha opinião é impossível conhecer direito percorrendo mais do que três monumentos em um dia. Então, se puder ir à Sintra por dois dias, vai economizar e aproveitar mais o passeio. Mas se não der, sugiro escolher um roteiro.

Os dois principais roteiros são Circuito de Pena (ida e volta)- Carrera 434 (custava 6,90 Euros), que passa por quatro monumentos, entre eles o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros; e o Villa Express 4 Palácios (ida e volta)- Carrera 435 (custava 5 Euros), que leva à Quinta da Regalera, ao Palácio de Seteais e ao Palácio de Monserrate.

De qualquer forma, não deixe de ir a Sintra. Da maioria de seus castelos e parques as vistas são maravilhosas! Dá só uma olhada no meu post com as mais lindas paisagens que vi em Portugal

Alugar um carro para roteiro exclusivo na região de Lisboa

Pra quem estiver disposto a dirigir, uma das mais valiosas dicas de transporte em Lisboa é alugar um carro. Sim, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) brasileira vale em Portugal para turistas! Os valores são acessíveis, mas é preciso ter um cartão de crédito internacional, exigido como garantia para cobrir eventuais danos no veículo.

Fiz essa opção por um fim de semana, para visitar Setúbal, Almada e algumas praias da região de Lisboa, e foi muito bacana! Qualquer hora conto essa história..

Acho que vale a pena alugar carro quando a gente quer fazer um roteiro diferente, com total liberdade para ir e ficar quanto tempo quiser em cada local. Dirigir em Portugal foi tranquilo, as vias são bem cuidadas e sinalizadas, mas não se esqueça de parar em todas as faixas (“pintadas”), a não ser que tenha semáforo no cruzamento e esteja verde, claro.

Os pedestres são realmente respeitados por lá, um dos pontos positivos que a gente deveria copiar aqui. Também observe os locais onde pode estacionar nas ruas e tenha sempre moedas para fazer o pagamento nas máquinas (parquímetros).

Nós alugamos o carro em Lisboa e foi super tranquilo! Mas fazendo a reserva ainda no Brasil, antes da viagem, é mais vantajoso pois não é cobrado o IOF, o imposto sobre operações financeiras internacionais.

Então, se for dirigir em Lisboa ou outro destino, a dica é utilizar os serviços da nossa agência, a Embarque40Mais Viagens. Assim, terá consultoria profissional sem custo adicional para te ajudar a encontrar a melhor opção para a reserva do seu carro, entre outros serviços de viagem. Consulte, sem compromisso!

Táxi e outras dicas de transporte em Lisboa

“Tuk Tuk” (à frente do táxi) é uma das opções de transporte turístico em Lisboa

Andar de táxi em Lisboa também não é caro, mas acho que compensa mesmo se estiverem em grupo, pra dividir a conta, ou quando necessário. No meu caso, no dia-a-dia só usei para voltar para a hospedagem uma vez, porque era tarde da noite e estávamos muito cansadas.

Também usei táxi para a mudança de hospedagem e para ir e vir do aeroporto, porque estava com duas malas e uma mochila. Mas quando fui a Barcelona, com apenas uma mala pequena, usei só o metrô mesmo e foi bem tranquilo.

Lisboa tem transporte por aplicativo

Em Lisboa também tem veículos de transporte por aplicativo, mas não usamos pois os valores são praticamente iguais aos dos táxis. Há, ainda, serviços particulares de transporte (individuais ou em grupo) para passeios e roteiros específicos, mas não experimentei.

Acho que deve ser vantagem para quem prefere a companhia de um guia local, mais conforto e está disposto a fazer um investimento um pouco maior. Dessa vez, minha escolha foi fazer roteiros que fossem além do tradicional, me dessem mais liberdade e custassem menos.

Dicas de transporte em Lisboa inclui bicicletas elétricas

Bicicletas elétricas no Parque das Nações, Lisboa

Ainda tem as bicicletas elétricas como dica de transporte em Lisboa, opção sustentável, saudável e econômica, que acabei não experimentando, infelizmente. Tem que se cadastrar pela internet, pagar pelo período que desejar (a partir de 2 Euros por 24h na ocasião) e baixar um aplicativo.

Aí é só pegar a bike em um dos vários pontos disponíveis e fazer o seu roteiro. Algumas regiões, como o Parque das Nações, oferecem ciclovias, que são mais seguras, mas de qualquer maneira o capacete é indispensável, hein!

Vale consultar os principais serviços de transporte na região de Lisboa para mais detalhes e valores atualizados, a seguir:

Referências: Texto e fotos da jornalista Michele da Costa. Com informações das empresas e órgãos mencionados, disponíveis em seus sites oficiais. A viagem de Michele a Portugal foi entre Outubro e Novembro de 2017.

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