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O que fazer na Praia de Boiçucanga, em São Sebastião-SP

Saiba porque a Praia de Boiçucanga, em São Sebastião, é uma ótima opção de destino no litoral norte de São Paulo: trilhas e cachoeiras em meio à mata nativa, uma bela praia, boa localização e infraestrutura completa! 

Eu adoro o litoral norte de São Paulo, em especial São Sebastião, que em minha opinião concentra a maioria das praias mais bonitas e limpas de todo o litoral paulista. Descendo a Serra do Mar pela Rodovia dos Tamoios, a gente já vislumbra o que nos espera: a água brotando em meio à densa vegetação para formar cachoeiras e rios e os recortes da paisagem desenhada por belíssimas praias cercadas pela Mata Atlântica.     

Queda d'água na Serra do Mar, no litoral norte de São Paulo
Queda d’água na Serra do Mar, avistada da Rodovia dos Tamoios

Seguindo pela Rodovia Rio Santos, à sombra de árvores e sob o céu azul, vamos serpenteando à margem de lindas praias, cada qual com sua diversidade e história, a começar pelos nomes, em maioria recebidos de seus habitantes originários, os Tupinambás e os Tupiniquins. 

A estadia na Praia de Boiçucanga, nossa escolha dessa vez, foi muito assertiva. Já fiquei hospedada em outras praias da região, como Juquehy, Barra do Sahy e Paúba, circulei por várias outras por perto e conclui que Boiçucanga é o melhor custo-benefício para hospedagem devido à sua localização, belezas naturais e infraestrutura. 

Tem trilhas e cachoeiras lindas, fica entre algumas das praias mais bonitas e tem supermercados, bancos, shopping e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), serviço público de saúde para casos de urgência e emergência. Tudo isso a um custo médio inferior se comparado a praias próximas mais badaladas.

Um recanto do samba na Praia de Boiçucanga

Reduto boêmio na Vila da Boiçucanga, São Sebastião
Bar Cartola, na Vila de Boiçucanga

Além disso, Boiçucanga possui variadas opções de bares e restaurantes, para todos os gostos e bolsos. Em uma de nossas noites na Vila por acaso encontramos um bar muito bacana, o Cartola, que, como já era de se esperar pelo nome, tem música ao vivo com samba de raiz. Público animado, bom atendimento e preço justo completam o menu desse pequeno recanto boêmio da Vila de Boiçucanga. 

Nessa noite (um sábado), um dos integrantes da banda que se apresentava fazia aniversário, então o show foi especial, com direito a parabéns pra você em ritmo de samba. Como o bar não fica na avenida principal, achamos que o público deveria ser predominantemente de moradores locais, mas fomos informadas do contrário pelo pessoal da casa: a maioria ali era turista, como de costume. Foi uma noite muito agradável! 

Também não pode faltar na lista de motivos para ficar na praia de Boiçucanga o seu pôr do Sol no mar, considerado o mais lindo do litoral norte. Não vi muitos outros até hoje, mas achei maravilhoso! O poente nesse local é tão famoso que tem até uma praça em homenagem, a Praça Pôr do Sol. Nós ficamos hospedados em uma casa de condomínio bem em frente à essa praça. Em outro post, conto sobre a experiência na Casa 104 do Recanto do Barão, que foi muito bacana! 

As cachoeiras da Trilha do Ribeirão do Itu

Trilha para cachoeiras em São Sebastião
Na trilha do Ribeirão do Itu, em São Sebastião-SP

Como a maioria das pessoas que escolhe um destino no litoral, meu foco era curtir as praias, então a expectativa com as cachoeiras não era alta, mas fui surpreendida. As cachoeiras da Trilha do Ribeirão do Itu, no Parque Estadual Serra do Mar, e a própria trilha acabaram sendo o melhor passeio que fiz nessa viagem ao litoral de São Sebastião. 

A Trilha do Ribeirão do Itu nos leva a duas lindas cachoeiras: da Pedra Lisa e Samambaiaçu. Durante o percurso, com o total de 1,5 Km margeando o rio, a gente tem a oportunidade de observar a biodiversidade da Mata Atlântica. Saiba mais sobre essa experiência e confira dicas para planejar sua visita em nosso post especial sobre a Trilha do Ribeirão do Itu

Tour pela Barra, na Praia de Boiçucanga

Praça da Mentira, na Vila de Boiçucanga, em São Sebasitão-SP
Praça da Mentira, com Capela de N. Sra da Conceição

Essa nossa viagem aconteceu no Natal, então desde o planejamento pensamos em comprar um peixe fresco para assar no dia 25. E fomos nós, Letícia (filha), Cleide (mãe) e eu, até a Barra, onde o Rio Boiçucanga encontra o mar e de onde partem os barcos de pesca e turismo. Ali também estão residências de muitos pescadores e a Praça da Mentira.

Essa Praça e a Capela de Nossa Senhora da Conceição, em frente, são marcos da história da Vila de Boiçucanga. A praça tem esse nome porque desde a época de fundação da Vila era onde os moradores locais se encontravam ao final da tarde para contar as novidades. Como a maioria dos moradores ali eram pescadores e eles têm fama de contar vantagem das suas pescarias, o local foi denominado Praça da Mentira. 

Estórias de pescador

Porto da Vila de Boiçucanga, em São Sebastião
Barcos de pesca no porto da Barra

Curiosamente, passando por ali à procura do tal peixe fresco, moradores nos disseram para esperar que logo alguns pescadores iriam voltar do mar com o pescado do dia. Depois de uns 40 minutos de espera, surgem três homens carregando um caixote, mas os peixes eram muito pequenos. Conclusão: o morador disse a verdade, mas a rede não estava pra peixe! Rs.   

Antes da ocupação portuguesa, a serra de Boiçucanga marcava a divisão entre os territórios dos índios Tupinambás (ao norte) e Tupiniquins (ao sul). O nome, de origem indígena, significa “cobra da cabeça grande”. Indígenas, portugueses e africanos compõem a base étnica dos habitantes de Boiçucanga e toda São Sebastião, que foi um dos primeiros povoados da costa brasileira a se tornar Vila, em 1636.  

Sobre a Praia de Boiçucanga e algumas vizinhas

Praia de Boiçucanga, litoral norte de SP
Final de tarde na Praia de Boiçucanga, em São Sebastião

A Praia de Boiçucanga fica em São Sebastião-SP, entre as praias de Maresias e Camburi. É de tombo e pequena, se comparada a outras praias próximas, tem dois quilômetros de extensão, mas é muito bonita! As águas são transparentes e limpas e a areia é grossa, o que acho uma delícia para massagear os pés. No canto esquerdo, onde deságua o Rio Boiçucanga, o mar é mais calmo. É também pelo canto esquerdo o acesso à Praia Brava de Boiçucanga, mas não fomos dessa vez. 

Outra coisa bacana de ficar hospedado em Boiçucanga é a proximidade com outras praias próximas muito lindas, como Camburi, Camburizinho, Baleia e Juquehy, que completaram nosso roteiro dessa viagem de seis dias. Eu já conhecia todas essas praias vizinhas, mas dessa vez pude ver melhor a charmosa Camburizinho, com seu rio de águas calmas a divisar com Camburi. Ambas são lindas!

Praias de Camburi, Camburizinho, Baleia e Juquehy

Praia de Camburizinho
Encontro do rio e mar na Praia de Camburizinho, em São Sebastião-SP

A Praia da Baleia é muito bonita também, mas sua maior qualidade em minha opinião é a grande faixa plana de areia batida, o que permite a prática de vários esportes, como frescobol e bicicleta. Inclusive dá para alugar bikes por preços acessíveis em uma lojinha na avenida em frente à praia. Mas nosso melhor dia de praia dessa vez foi em Juquehy, onde já fiquei hospedada anos atrás, a mais limpa e tranquila de todas! 

Contudo, algo me incomodou muito e não só dessa vez e nem só nessas praias: a falta de banheiros públicos, o que leva a maioria das pessoas a urinar no mar. Para muita gente isso pode não ter importância, mas acho muito ruim, especialmente em dias de praia lotada, como nos feriados. Então, as prefeituras investem milhões em tratamento de esgoto para despoluir rios e mares mas não podem construir banheiros para evitar que os banhistas depositem seus dejetos diretamente no mar? Fica a dica! 

Outra coisa legal das praias da região é a proximidade com algumas ilhas: As Ilhas, Ilha dos Gatos e Couves, que podem ser visitadas de barco ou caiaque. De outra vez, fiz um desses passeios partindo da Praia Barra do Sahy, entre Baleia e Juquehy, e gostei muito! E você, já conhece alguma dessas praias? Conte nos comentários!

  • Praia da Baleia, em São Sebastião, litoral norte SP
  • Praia de Juquehy, em Sao Sebastião
  • Família na Praia de Boiçucanga, São Sebastião-SP
  • Na Praia de Boiçucanga, em São Sebastião
  • Praia de Boiçucanga, São Sebastião

Referências:

  • Texto e fotos pertencem à Michele da Costa, jornalista e autora do blog Embarque40Mais: todos os direitos reservados.
  • Com informações da Prefeitura de São Sebastião, disponíveis no site oficial em 09/03/2020, e do Parque Estadual Serra do Mar.
  • Essa viagem de Michele e família à São Sebastião-SP aconteceu em Dezembro de 2019 e foi custeada por elas.

Cachoeiras da Trilha do Ribeirão do Itu, em São Sebastião-SP: dicas

Nossa experiência e dicas para visitar as lindas cachoeiras da Trilha do Ribeirão do Itu, na Mata Atlântica, que foi aberta por povos indígenas antes da ocupação portuguesa, na cidade de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. 

Como a maioria das pessoas que escolhe um destino no litoral, meu foco era curtir as praias, então a expectativa com as cachoeiras não era alta, mas fui surpreendida. As cachoeiras da Trilha do Ribeirão do Itu e a própria trilha acabaram sendo o melhor passeio que fiz nessa viagem ao litoral de São Sebastião. E demos muita sorte, pois havia possibilidade de chuvas naquele dia, mas ela só veio quando já tínhamos saído da trilha. 

Ponte de madeira sobre o Ribeirão na Trilha do Ribeirão do Itu
Na Trilha, pausa em passarela sobre o Ribeirão

A Trilha do Ribeirão do Itu, no Parque Estadual Serra do Mar, Vila de Boiçucanga, nos leva a duas cachoeiras: da Pedra Lisa e Samambaiaçu. Durante o percurso, com o total de 1,5 Km margeando o rio, a gente tem a oportunidade de observar a biodiversidade da Mata Atlântica. Entre os animais que habitam a região estão o Tucano de Bico Verde, o Bugio Ruivo e alguns anfíbios.

Durante nossa visita, ouvimos alguns sons característicos, mas os únicos animais que conseguimos ver com certeza foram borboletas azuis e rãs que parecem miniaturas de tão pequenas, camufladas nas pedras da cachoeira do Samambaiaçu. Ainda que a gente não tenha avistado outros animais e apesar da dificuldade de acesso no segundo trecho da trilha, o passeio foi incrível! 

Acesso à Cachoeira do Samambaiaçu

Cachoeira do Samambaiaçu, na Trilha Ribeirão Itu
Cachoeira do Samambaiaçu, em São Sebastião-SP

O percurso total da Trilha até Samambaiaçu, com seus 1,5 Km, leva aproximadamente 50 minutos. Até a cachoeira da Pedra Lisa (1,2 Km), que tem também outra queda denominada Hidromassagem, o acesso é tranquilo e indicado para todos os públicos. Para alcançar a Cachoeira do Samambaiaçu são mais 300 metros apenas, mas é bem íngreme. 

Além disso, a gente se depara com obstáculos como troncos de árvore, erosão, pedras muito escorregadias e degraus altos, em alguns pontos sem qualquer apoio para as mãos. Esse trecho da Trilha é indicado apenas a adultos com bom condicionamento físico, o que não posso dizer de mim, mas completei o percurso com dificuldade moderada.

Trecho difícil da Trilha Ribeirão Itu, em Boiçucanga
Trecho difícil da Trilha Ribeirão do Itu, em Boiçucanga

No final, o esforço é compensado com um banho refrescante em águas cristalinas, a contemplação da queda da Samambaiaçu e a mata exuberante ao redor. A Trilha do Ribeirão do Itu foi aberta por povos indígenas, que habitavam a região antes da ocupação portuguesa, para chegar ao planalto. O Parque Estadual Serra do Mar, criado em 1977, é a maior Unidade de Conservação da Mata Atlântica, com 332 mil ha distribuídos por 25 cidades paulistas. 

Refresco na Cachoeira do Samambaiaçu, na Trilha do Ribeirão do Itu
Refresco na Cachoeira do Samambaiaçu, em São Sebastião-SP

Para fazer a Trilha não é cobrado ingresso nem é preciso contratar guia autorizado (embora isso possa ser enriquecedor), todo o percurso é bem sinalizado com placas de orientação e informação. Confira, a seguir, algumas dicas. 

Se pretende se hospedar na região, pode gostar de ver nossa experiência de hospedagem em casa de condomínio de Boiçucanga.

Planeje sua visita à Trilha do Ribeirão do Itu:

Início da Trilha do Ribeirão do Itu, em São Sebastião-SP
Início da Trilha do Ribeirão do Itu, em São Sebastião-SP

Use calça e camiseta por cima da roupa de banho, boné ou chapéu e tênis antiderrapante; 

Leve água, repelente, protetor solar, toalha, algo leve para comer e sacola para carregar seu lixo; 

Nunca vá sozinho, pois pode precisar de ajuda e lá não chega sinal de celular;

Antes de ir, veja a previsão do tempo: chuvas deixam a trilha mais escorregadia e podem causar trombas d’água e inundações. 

COMO CHEGAR: A Trilha do Ribeirão do Itu começa na Rua Guilherme dos Santos (altura do número 265, segundo o Google Maps), na Vila de Boiçucanga. O ideal é ir a pé, de ônibus ou Uber. Se for de carro, tem opção de deixar bem antes ou no Estacionamento do Cícero (no início da trilha), pois nas ruas próximas não é permitido estacionar: pagamos R$ 10 por pessoa, com direito a usar também o banheiro. Mais informações sobre o estacionamento: (12) 997.664.936. 

Referências

Mostra de arte indígena propõe reflexão sobre nossas origens

Em exibição no Museu Afro Brasil, cidade de São Paulo, a exposição Heranças de um Brasil profundo, com mais de quinhentos objetos entre obras de arte e utensílios da cultura indígena de raiz brasileira. A mostra encerra a trilogia que o Museu vem fazendo nos últimos anos, iluminando as contribuições artísticas e culturais dos povos que deram origem ao Brasil. A primeira foi Africa Africans, em 2015, seguida por Portugal, Portugueses – Arte Contemporânea, em 2016.

A abertura da exposição Heranças de um Brasil Profundo aconteceu no dia do aniversário de 466 anos da capital paulista: 25 de Janeiro. Em exibição até 26 de Julho com entrada gratuita!

Cultura e arte contemporânea

Onça pintada
“Natureza Morta, o avanço do agronegócio”, Denilson Baniwa. (2016/17, Coleção do artista)

Com curadoria de Emanoel Araujo, a exposição Heranças de um Brasil profundo reúne arte plumária, adornos, máscaras, fotografias, esculturas, utensílios e arte contemporânea de povos indígenas como: Karajá, Marubo, Kayapó, Mehinako, Yanomami, Rikbaktsa, Tapirapé, Waurá, Tapayuna, Baniwa, Ashaninka, Parakanã, Panará e Juruna.

Entre os artistas indígenas contemporâneos presentes na exposição está o jovem Denilson Baniwa, do povo indígena Baniwa e natural do Rio Negro, interior do Amazonas. Vencedor do prêmio PIPA Online 2019, o artista apresentará três trabalhos na exposição, entre eles uma pintura inédita feita nas paredes internas do Museu Afro Brasil.

Casa dos Homens, do povo Mehinako

Outro destaque da mostra é a Casa dos Homens, construída por um grupo de quatro indígenas do povo Mehinako (Yuta, Itsaukuma, Kauruma e Wapitsewe Mahinako), um dos muitos habitantes da região conhecida como Alto Xingu, no Parque Indígena do Xingu.

(…) os visitantes poderão entrar e sentar nos bancos, também construídos por eles, para fazer uma reflexão sobre o Brasil, sobre as nossas origens, sobre a defesa desses indígenas, dessa gente forte e resiliente que habita sobretudo o Amazonas, o Xingu e o Mato Grosso.

Emanoel Araujo, curador da exposição.

Heranças de um Brasil profundo apresenta ainda um premiado grupo de fotógrafos e fotógrafas que se dedicaram (ou ainda se dedicam) a documentação de populações indígenas brasileiras, como Claudia Andujar, Rosa Gauditano, Maureen Bisiliat, Nair Benedicto, Manuel Rodrigues Ferreira, Rodrigo Pretella, Jamie Stewart-Granger, entre outros.

A exposição ocupa todo o subsolo do Museu Afro Brasil e exibe também um destacado grupo de peças de valor antropológico. São obras da arte que compõe o rico universo do fazer artístico de diferentes grupos indígenas brasileiros em suas representações zoomorfas de apelo artístico e cultural. Sua cultura artística, especialmente o trabalho com a cerâmica e cestaria, hoje amplamente incorporada nas tradições populares das regiões norte e nordeste.

Memória e herança dos povos da floresta

Indígena com ornamentos característicos
“O Guerreiro”, Guta Galli, da série Mehrere Mex– Gente que estende sua beleza (2009, coleção da artista)

“Essa ideia da herança tem o objetivo de trazer de volta à nossa memória a arte dos povos da floresta no que ela tem de mais esplendoroso, que são as artes plumárias, mas também a arte dos objetos de uso, objetos simbólicos dessa cultura brasileira extraordinária. E também traz ao mesmo tempo uma visão de fora, de alguns dos mais importantes fotógrafos do Brasil”, explica o curador da exposição.

Ele conta que há também a representação de diferentes manifestações artísticas como gravuras, esculturas de artistas modernos, especialmente de São Paulo. Outro destaque é o painel com fotos originais do fotógrafo alemão Albert Frisch, que fotografou povos da Amazônia no século XIX.

Heranças de um Brasil profundo, exposição que busca romper com a ideia que vê nos indígenas e em sua arte o suprassumo da “inocência” ou o olhar folclórico, somente cheio de deuses, monstros e mitos, dentre tantos outros preconceitos impostos a esta cultura original.

EMANOEL ARAUJO, CURADOR DA EXPOSIÇÃO.

Exposição Heranças de um Brasil Profundo

ONDE: Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, São Paulo-SP (Avenida Pedro Alvares Cabral, Portão 10).

QUANDO: De 25 de Janeiro a 26 de Julho de 2020. De terça-feira a domingo, das 10h às 17h, com permanência até às 18h. 

QUANTO CUSTA: Entrada gratuita.

MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3320.8900 e no site do Museu Afro Brasil.

  • Com informações e fotos da assessoria de comunicação do Museu Afro Brasil.

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