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Casais brasileiros pedalam 240 km em tour pela Holanda

Durante percurso de sete dias na terra dos moinhos de vento e das tulipas, os cicloturistas encontraram belas paisagens, curiosidades e até alguns contratempos, mas que só enriqueceram ainda mais essa experiência incrível!

pessoas, bicicletas e castelo
Amigos do Moinho posam para foto com castelo ao fundo. Amarildo é o 1º à esquerda

A bicicleta sempre fez parte vida do jornalista brasileiro Amarildo Carnicel, desde a infância e adolescência, que passou em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. “Ia à escola de bicicleta. Pedalava à tarde e à noite com amigos. Como o futebol nunca foi meu forte, a bike era minha opção de esporte e brincadeira”, conta.

Mas foi após completar 50 anos de idade que ele mergulhou de cabeça nesse universo do mountain bike e, aos 55, realizou sua mais recente façanha: integrou um grupo de casais que percorreu 240 quilômetros na Holanda de bicicleta.

ciclistas passeiam por rua entre prédios
Os cicloturistas brasileiros pedalando pela Holanda

Imagine só, pedalar em meio a lindas paisagens holandesas? Sim, houve algumas surpresas e contratempos, mas que só enriqueceram ainda mais a viagem. Convidado pelo Embarque40Mais, Amarildo nos contou detalhes dessa experiência incrível, vivida em julho de 2017.

Ele fez dois percursos, que totalizaram 350 km: o primeiro, de 110 km, na região de Volendam e Marken (norte da Holanda), em companhia somente da esposa, Zoraide Senden Carnicel; o segundo, de 240 km, entre Amsterdam e Rotterdam (norte e sul da Holanda), com mais dois casais de amigos, todos na faixa dos 50 e praticantes de mountain bike.

Os “Amigos do Moinho” na terra dos moinhos

Pessoas e bicicletas à beira de lago. Moinho e casas ao fundo
Os Amigos do Moinho em mais uma tradicional paisagem holandesa

A viagem de bike pela Holanda foi planejada pelos três casais: Amarildo e Zoraide, Ricardo e Silvia do Prado e Ed de Souza e Laís Corsato. “Montamos o grupo Amigos do Moinho, em alusão ao nome do nosso condomínio, Moinho de Vento (Valinhos-SP). Fizemos duas camisas diferentes, com desenhos e cores que dizem respeito ao Brasil e Holanda.”

“Viajamos o tempo todo uniformizados. Isso foi motivo de aproximação de curiosos nas cidades holandesas, que buscavam informações sobre nossa origem e roteiro”, explica.

grupo de pessoas toma lanche à mesa ao ar livre
Pausa para o lanche em meio à natureza

“Passamos por locais incríveis, pequenas cidades e povoados interligados por ciclovias muito bem cuidadas, mesmo em pontos longínquos, na zona rural. Sabe o que é pedalar em um asfalto de 2,5 m de largura, que cruza um pasto com gado e ovelhas de ambos os lados  em uma propriedade particular?”, enfatiza Amarildo.

Para quem gosta de viajar e de pedalar, o local escolhido não poderia ter sido melhor. Os Países Baixos, que reúnem Holanda do Norte, Holanda do Sul e outras dez províncias, possuem nada menos que 35 mil quilômetros de ciclovias e em terreno praticamente todo plano.

Pedalando a dois pela Holanda..

homem, mulher e bicicletas no pier
Amarildo e Zoraide também fizeram percurso a dois

O jornalista e a esposa chegaram antes e não perderam tempo, pedalaram 110 km pelo norte da Holanda, entre 19 e 21 de Julho. Passaram por Volendam, uma antiga vila de pescadores, e Merken, que foi separada do continente por uma tempestade, no século 13.

O isolamento só acabou em 1957, com a construção de um dique que transformou Merken em península. Retornaram a Amsterdam, onde encontraram os amigos e partiram para o novo tour de sete dias (22 a 28 de Julho), entre as regiões norte e sul da Holanda.

queijos empilhados, pessoas, carroça e casas
Na terra dos legítimos queijos Gouda

O percurso total (ida e volta) foi de 240 quilômetros, saindo de Amsterdam e passando por Haarlem, Leiden, Delft, Gouda até Rotterdam. Depois, de volta a Amsterdam. “Tivemos o cuidado de customizar nosso roteiro para satisfazer a dois interesses: conhecer Rotterdam e visitar a feira do queijo Gouda, na cidade do mesmo nome”, explica Amarildo.

Contrataram uma empresa para transportar as malas aos hotéis agendados para descanso e alugaram as bikes com socorro mecânico incluso, caso precisassem. O planejamento garantiu uma viagem tranquila, mas houve imprevistos.

Imprevistos no trajeto pela Holanda

ciclistas em pequena embarcação sobre rio
Na balsa à manivela para travessia de canal na Holanda

“Houve um trecho em que a seta nos remetia ao canal. Como ultrapassar sem ponte? Aí percebemos que na outra margem havia uma espécie de balsa movida à manivela. Quando giramos, a balsa se deslocou da outra margem e chegou até nós. Embarcamos as oito bikes. Nesse momento, nosso grupo tinha mais duas pessoas: a brasileira Luciana e sua filha Jill Owsianka, que moram na Alemanha. Giramos uma outra manivela dentro da embarcação e, depois de alguns minutos, estávamos na outra margem. Foi realmente algo inusitado”, lembra.

Em Rotterdam, o grupo pedalou por um trecho da ciclovia na contramão. “Somente no alto da ponte nos demos conta da besteira. Quase provocamos um acidente!”, lamenta. A ponte mencionada é a Erasmus, sob o rio Mosa, uma das mais famosas da Holanda, apelidada pela população de “O Cisne” devido ao formato do seu mastro.

Outros imprevistos ocorreram, como perderem-se no caminho, os percalços de pedalar com chuva, vento e frio, um mal estar aqui outro ali, mas nada que os desanimasse de prosseguir com a grande aventura. Embora verão no hemisfério norte, a temperatura média na Holanda em Julho é de 17,4º. (Confira o vídeo no final)

Descobertas emocionantes na Holanda

músicos se apresentam na rua
Holanda: Banda e Coral faz música na rua

“A viagem toda foi muito emocionante. Pedalamos o tempo todo em cidades e povoados que parecem de brinquedo. Imagine o cenário holandês existente aqui, em Holambra (SP-Brasil), em uma escala superdimensionada.

Castelos, igrejas, que hoje são cervejarias, feiras típicas e tradicionais com bandas e corais formados por agricultores idosos, pontes elevatórias para travessia de embarcações, universidades, Tribunal de Haia (Tribunal Internacional de Justiça), os moinhos de Kinderdijk, povoado que preservou os moinhos de vento que funcionam até hoje, e casas rodeadas por enormes jardins de hortênsias”, relata. (Confira o vídeo no final)

Bicicleta, casas e vegetação
Uma das paisagens típicas da Holanda que os brasileiros encontraram

Na avaliação de Amarildo, a viagem não exigiu muito fisicamente, com exceção do último trecho de 65 km (na volta à Amsterdam), que foi “mais pesado”. Carregaram com eles frutas, barrinhas de cereais e água. As vantagens foram o terreno plano e o fato de que eles já tinham um bom ritmo de treino no Brasil.

Percursos para cicloturismo na Holanda

Mapa com trajeto de passeio de bicicleta na Holanda
Mapa ilustrativo do percurso de ida dos brasileiros na Holanda

O percurso total realizado pelo grupo, de 240 km, é similar a ir de bike de Amsterdam a Bruxelas (Bélgica) ou a Dusseldorf (Alemanha). Ele explica que há trechos em que as cidades são ligadas por três ciclovias: uma rápida, que margeia uma autoestrada; uma vicinal, entre as cidades; e uma turística, “que liga as cidades passando por pontos turísticos, como castelos e igrejas, que surgem no meio do nada, literalmente”.

“Fomos no espírito de fotografar tudo e um pouco mais. Parávamos diante de qualquer coisa diferente. E tudo era diferente. Portanto, não houve tempo para cansar. Estávamos com amigos especiais no mesmo pique. Foi muito divertido!”, acrescenta.

Liberdade sem fronteiras

Homem e bicicleta ao lado de placa em estrada
Amarildo faz pausa em Merken, Holanda

O jornalista já tinha feito outras viagens de bike, mas esta foi a primeira em outro país, o que o fez reviver a liberdade da infância e lhe mostrou que vivemos em um mundo sem fronteiras.

“Quando você está determinado e se planeja tudo dá certo. Outro idioma, costumes e cultura, nada é obstáculo, ao contrário, puro enriquecimento cultural e pessoal. A bicicleta tem uma velocidade própria, um ritmo que te permite enxergar coisas que jamais seriam vistas de carro. Você para pra fotografar até borboleta. É o espírito do cicloturismo, em que distância e esforço físico são vencidos pelo prazer da aventura, de conhecer o novo”, diz.

Amarildo, também conhecido por “Birrim” pelos amigos, já pensa em fazer uma nova viagem pela Holanda, em futuro próximo, partindo de Amsterdam até Bruges, na Bélgica. “Algo em torno de 330 km”, calcula. Agora, assista ao vídeo e sinta um pouco da emoção de pedalar pela Holanda com os “Amigos do Moinho”!

Vídeo “De bike pela Holanda”

Cicloturistas brasileiros pedalaram 240 km na Holanda

Referências: 

  • Crédito fotos e vídeos originais: Grupo Amigos do Moinho e reprodução Google Maps.
  • Com informações do Conselho Holandês de Turismo e Convenções (NBTC), disponíveis no site oficial em 24 de Maio de 2018.

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Quer ver outra história inspiradora? Confira o post Flamenco transforma vida depois dos 40!

Descobrindo Gaudí em Barcelona

Foram apenas 48 horas, mas o suficiente para me apaixonar por Barcelona, capital da Catalunha (Espanha) e umas das cidades mais badaladas da Europa, e por Gaudí, arquiteto catalão modernista reconhecido mundialmente por sua originalidade e inovação.

Não à toa, a história contemporânea da cidade de Barcelona e a história dele estão entrelaçadas. As obras de Antoni Gaudí i Cornet (1852-1926) podem ser vistas em toda parte da cidade, do belíssimo Park Güell, passando por praças e avenidas até a majestosa e imponente Sagrada Família (em construção).

Árvores e cidade e mar ao fundo.
Do Park Güell avista-se a Sagrada Família, em Barcelona (Espanha) 

Essa humilde jornalista aqui, que já tinha ouvido falar de Gaudí, mas nunca havia se debruçado sobre sua história e obra, pôde aprender in loco, ao vivo e em cores. Claro que não foi o suficiente, mas apenas uma introdução, um delicioso aperitivo. Saí de Barcelona já fazendo planos de voltar e espero que não demore muito! Então vamos lá, compartilhar com vocês o que pude assimilar e registrar em imagens, o que me deixa muito contente.

Park Güell em Barcelona

colunas de pedra, com raios de sol e árvores.
Colunas que sustentam um dos viadutos projetados por Gaudí no Park Güell, em Barcelona

Minha visita mais demorada foi ao Park Güell, um condomínio residencial de alto padrão que não deu certo. Gaudí foi contratado pelo empreendedor Eusebi Güell Bacigalupi para projetar a urbanização da área, que abrigaria sessenta lotes residenciais. As obras começaram em 1900 e foram interrompidas em 1914, com apenas duas residências construídas, uma delas a casa modelo, que se tornou moradia de Gaudí e hoje é a Casa Museu Gaudí.

Güel faleceu em 1918. Pouco depois a área foi comprada pelo Município de Barcelona para se tornar um parque público e em 1984 o Park Güell foi considerado Patrimônio Mundial pela Unesco.

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Interior da Sala Hipostila, no Park Güell (Barcelona, Espanha)

Acho que levei quase 4 horas para percorrer todo o Park Güell, com área total de 171,8 mil m2, parando nos miradouros para apreciar as lindas vistas de Barcelona, passando pelos viadutos e escadarias, visitando a Casa Museu Gaudí e a Zona Monumental, que inclui o Pórtico da Lavadeira, a Casa Larrard, a Casa do Guarda, a Escadaria Monumental, a Sala Hipostila, os Jardins de Áustria e a Praça da Natureza (esta em obras, por isso não pude entrar, infelizmente).

Os acessos ao Museu e à Zona Monumental são cobrados (5,50 e 8 Euros respectivamente, à ocasião da visita: Novembro de 2017).

As árvores de pedra de Gaudí

Rosto de mulher à frente, colunas de pedra, raios de sol e outras pessoas atrás.
Emoção por ver de perto essa obra incrível de Gaudí no Park Güell (Barcelona, Espanha)

As coisas mais lindas que vi no Park Güell, em Barcelona, foram a rampa e os viadutos, que começam no acesso Pasaje de Sant Josep de La Muntanya, contornam a Praça da Natureza e seguem até uma parte mais alta do terreno. Em perfeita harmonia e integração com a natureza, estas estruturas são sustentadas por colunas de pedras que se erguem do chão como se fossem árvores.

Não cansava de olhar e observar cada detalhe, como o Pórtico da Lavadeira, assim chamado porque uma das suas colunas de pedra compõe a imagem de uma mulher com instrumentos do ofício, ou mesmo os efeitos de luz e sombra daquela manhã ensolarada na capital da Catalunha.

Teto decorado com cacos cerâmicos brancos e coloridos.
Detalhes no teto da Sala Hipostila, no Park Güell, em Barcelona (Espanha)

Embora muita gente eleja o terraço da Praça da Natureza o lugar mais lindo do Park Güell, acho que a Sala Hipostila, na parte inferior, não fica a dever nada. É um espaço coberto sustentado por 86 colunas estriadas.

A ideia de Gaudí era que a Sala fosse um espaço de uso comum dos moradores do condomínio, como um mercado, por exemplo. Mas o destaque é o teto, construído com a técnica da abóbada catalã, onde há pequenas cúpulas revestidas com cerâmica quebrada, esculturas e medalhões coloridos que formam desenhos muito diferentes. A criação deste espaço teve a colaboração de Josep Maria Jujol.

A Escadaria Monumental e a salamandra de Gaudí

Pessoas subindo uma escadaria com grande escultura colorida e colunas ao fundo.
Escadaria Monumental e Salamandra de Gaudí no Parque Güell, em Barcelona

Outro ponto muito bonito do Park Güell é a Escadaria Monumental, parada obrigatória para apreciar a salamandra (ou dragão) de Gaudí, escultura também recoberta por cerâmica colorida.

Em 1925, Gaudí se mudou do Park Güell para a Sagrada Família (considerado seu mais importante projeto) com o objetivo de acompanhar as obras de perto, mas faleceu meses depois (10/06/1926), prestes a completar 74 anos, após ser atropelado por um bonde em Barcelona. Seu corpo foi sepultado na cripta da Sagrada Família.

Museu Gaudí no Park Güell

Sala com janelas envidraçadas, maquete exposta no centro e árvores do lado de fora.
Sala na Casa Museu Gaudí, que abriga uma maquete da Sagrada Família, em Barcelona

Desde 1963, a casa no Park Güell, onde o arquiteto viveu por quase vinte anos, abriga um museu com objetos pessoais e móveis projetados por ele. Toda a renda obtida é revertida às obras da Sagrada Família. Entre as coisas que mais me chamou atenção no Museu está justamente uma pequena maquete da Sagrada Família, exposta em uma sala cercada de janelas que dão uma boa visão do parque e da cidade de Barcelona, além das cadeiras criadas por Gaudí, que parecem muito confortáveis.

Entre os espaços recriados estão o quarto, o banheiro e um oratório do arquiteto. No jardim da casa também pode-se observar algumas peças dele confeccionadas em ferro.

torres e detalhes de grande igreja.
Sagrada Família: considerada a maior obra de Gaudí

As obras do Templo Expiatório da Sagrada Família começaram em 1882 e permanecem, com conclusão prevista para 2026. Gaudí foi nomeado arquiteto responsável em 1883.

Entre outras obras de Gaudí em Barcelona, que pude ver de passagem nessa viagem, estão a Casa Batló, edifício situado no Passeio de Gràcia que foi remodelado por Gaudí em 1903; e a Casa Milà (ou La Pedrera), também no Passeio de Gràcia, prédio projetado por Gaudí em 1906. A Cynara Vianna visitou o interior de La Pedrera e conta tudo no blog Cantinho de Ná

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Casa Batló, de Gaudí, em Barcelona (Espanha)

Vi, ainda, duas luminárias projetadas pelo então jovem arquiteto na Praça Real, que fica no Bairro Gótico. O estilo singular e extravagante de Gaudí pode ser reconhecido rapidamente, pois difere de tudo ao seu entorno. Em Barcelona, também visitei o Museu Picasso e o Castelo de Montjüic. Andei por La Rambla, Passeio de Gràcia, Bairro Gótico, pela praia de Barceloneta e Praça de Catalunha. Falo sobre isso nesse outro post.

Dicas para ir a Barcelona

Luminária e praça ao fundo.
Luminária projetada por Gaudí, na Praça Real, em Barcelona

1- Embora a sinalização dos locais turísticos seja ótima em Barcelona e as pessoas sejam atenciosas aos pedidos de informação, poder guiar-se por um GPS te fará ganhar tempo. Uma boa opção é já embarcar com um chip de viagem internacional, que você recebe em casa e ativa quando chega ao destino.

2- Se possível, use o transporte público de Barcelona, sai muito em conta. A rede de metrô é ótima, te leva a praticamente toda a cidade e funciona até a meia noite durante a semana e até as 2h às sextas e sábados. Os ônibus são novos, confortáveis e tem Wi-fi. Os cartões de transporte são vendidos na entrada da estação de metrô do aeroporto (auto-atendimento).

3- Os moradores de Barcelona falam Catalão, idioma oficial da cidade, e Espanhol (Castelhano), mas você pode se comunicar com eles em Inglês ou até se virar com um “portunhol”, rs.

4- O aeroporto fica em uma região afastada do centro da cidade de Barcelona, então saia com bastante antecedência quando for pegar o voo de volta.

5- Se for ao Park Güell, comece a visita pela entrada principal, que dá acesso à Zona Monumental. E pegue uma condução até a entrada, pois a subida é considerável.

Onde ficar em Barcelona

Em Barcelona, fiquei hospedada em um hotel no Bairro de Gràcia, o Catalonia Park Güell. Quarto pequeno e simples, mas limpo e confortável. O principal motivo da escolha desse hotel foi a proximidade ao Park Güell, prioridade no meu roteiro, mas um pouco distante dos outros locais turísticos da cidade. Você pode pesquisar no Booking, que mostra o mapa de localização das hospedagens.

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