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Curso grátis de Francês online é oportunidade em quarentena

Fazer um curso totalmente grátis de Francês online é uma boa oportunidade, especialmente em tempos de quarentena e instabilidade econômica. Mais ainda se esse curso é de uma escola francesa, com 41 anos de experiência.

Com duração de um mês, o curso é oferecido pela France Langue, escola dedicada ao ensino da língua francesa a estrangeiros. A escola tem sedes nas principais cidades da França como Paris, Bordeaux, Lyon e até na ilha de Martinica, nas Antilhas.

O conteúdo do curso grátis de Francês online da France Langue é adequado a todos os alunos (exceto iniciantes) a partir de 15 anos de idade. Depois de fazer a primeira lição, o material é adaptado conforme o nível de conhecimento do estudante. As lições recebidas diariamente apresentam conteúdo atual, com duração aproximada de 15 minutos. Os links das lições são enviados por e-mail.

Para fazer esse curso de Francês online o ideal é que a pessoa também tenha ao menos conhecimentos básicos de Inglês, já que as explicações e enunciados dos exercícios são na língua inglesa. Mas, sempre dá para recorrer a um programa de tradução online. Então, ao concluir o curso, o aluno receberá um certificado digital. Para se inscrever, basta acessar o curso grátis da France Langue, preencher nome e e-mail e commencer à parler français!

Aulas de francês online grátis são práticas e bem-humoradas

Oportunidade: Fazer um curso de francês online grátis
Aprendizado online enriquece durante distanciamento social

“Em cada lição, siga as aventuras de Victor Hugo enquanto ele explora o universo francófono. As aulas são bem-humoradas, práticas e incluem uma grande variedade de sotaques”, avisa a France Langue na apresentação do curso. Essa dica de curso grátis de Francês online é da operadora de intercâmbios Águia, parceira comercial da Embarque40Mais Viagens, a agência de viagens do blog.

A oferta de cursos online de idiomas por escolas e agências brasileiras dedicadas ao intercâmbio é a aposta do segmento enquanto durar a pandemia da Covid-19, que inviabiliza viagens ao país de língua nativa. Todos os profissionais do segmento de turismo compreendem a situação e somam forças pelo distanciamento social, necessário para reduzir a propagação do coronavírus e salvar vidas.

Contudo, eles também entendem que oferecer alternativas de entretenimento e enriquecimento cultural seja uma forma de contribuição. Nesse período em que as pessoas estão nessa situação de confinamento, a expectativa é que elas possam expandir seus conhecimentos e fazer planos para manter vivos os seus sonhos.

O curso da France Langue é a única opção gratuita disponibilizada pela operadora nesse momento, mas há uma boa variedade de cursos online de Inglês a preços e condições especiais. Essas aulas de língua inglesa via internet são ministradas por mestres de tradicionais escolas do Reino Unido, Canadá e EUA.

Por que aprender Francês?

Saber Francês ajuda em viagens
Aprendizado do idioma é muito útil em viagens

Muita gente se pergunta das razões para aprender Francês hoje em dia. Sabemos que o Inglês já é considerado item básico no currículo profissional, então dominar uma segunda língua estrangeira é um ótimo diferencial, não acha? Há também quem diga que o Francês é a língua do futuro, o que pode fazer sentido diante da importância e crescimento do idioma.

Segundo estudo da Organização Internacional da Francofonia em parceria com a Casa Gallimard, entre 2014 e 2018 o número de falantes de Francês no mundo aumentou quase 10%, totalizando 300 milhões de pessoas. Assim, o Francês é a 5ª língua mais falada depois do Chinês, do Inglês, do Espanhol e do Árabe. Contudo, costuma ser a terceira na preferência dos empregadores, depois do Inglês e do Espanhol.

Isso se deve à importância da cultura francesa na economia globalizada, já que o idioma está presente nos cinco continentes. O Francês também é a língua oficial em 32 estados e governos e na maior parte das organizações internacionais. Além disso, essa é a Língua de ensino de mais de 80 milhões de pessoas, em 36 países e territórios.

E a maior parte dos falantes diários do francês está no continente africano (59%) e apenas 1,6% na América Latina e Caribe. Bora, aprender Francês e mudar essa estatística, gente?!

Curso de Francês para viagem online e gratuito

Mas, se é um aprendizado básico e rápido de Francês o que você deseja, o curso gratuito da Loecsen é uma boa opção. Mais ainda se estiver planejando uma viagem para um país de língua francesa. Já testei e achei a plataforma prática, atraente e agradável. O curso é composto por dezessete lições, que vão desde as palavras e expressões mais básicas até a conversação e situações comuns em uma viagem, como pedir comida em um restaurante ou pegar um táxi.

Então, na prática, a gente lê, ouve, repete ao microfone, reproduz a gravação para conferir como ficou nossa pronúncia e ainda pode baixar textos e áudios para ouvir no celular. Outra coisa bacana desse site, além de estar em Português, é que indica mais conteúdos e cursos disponíveis na internet para quem quiser ampliar os conhecimentos na língua estudada. O mesmo modelo de curso é oferecido pela Loecsen para o aprendizado de outros 39 idiomas. Todos gratuitos!

Referências:

  • Com informações da Organização Internacional da Francofonia, das escolas e sites mencionados, disponíveis em 13 de Abril de 2020.

Intercâmbio no Canadá: sonho realizado aos 54

Aos 54 anos, a mineira Gisele fez intercâmbio no Canadá para realizar um sonho. “Eu precisava ter esta experiência de morar no exterior e tentar mais uma vez aprender Inglês, só que de forma realmente intensiva”, explica.

Mulher loura e frase de propaganda

Teve quem torceu o nariz, olhou atravessado ou até mesmo comentou algo do tipo “intercâmbio, a essa altura da vida?”, mas Gisele não deu a menor importância. Afinal, o sonho era dela e tinha que ser realizado! Aos 54 anos de idade, a aposentada de Belo Horizonte-MG, Gisele Gomes de Oliveira Prosdocimi, foi ao Canadá para aprender Inglês!

Sorte dos colegas que puderam compartilhar de sua simpatia e alegria de viver, acima da média até para os “padrões mineiros”. A história de Gisele reflete uma tendência, já que a busca por intercâmbio tem aumentado entre pessoas com mais de 40 anos. Em entrevista exclusiva ao Embarque40Mais, ela conta tudo sobre o seu sonho e essa experiência tão importante e enriquecedora. Confira!

Gisele, desde quando você queria aprender Inglês?

Intercâmbio no Canadá: Mulher com pista de patinação, árvore e construções ao fundo
Gisele feliz da vida em Quebec, Canadá

Gisele: Eu queria aprender inglês desde quando eu tive a minha primeira aula na escola, na 5ª série do Ensino Fundamental, e achei a coisa mais linda. Desde então, sempre estudei inglês na escola, mas achava muito fraco e quando eu precisava falar ou entender alguma coisa, ficava com as frases incompletas. (risos)

Meus pais não conseguiam pagar um curso extracurricular para mim e o sonho foi sendo adiado. Quando já estava casada e trabalhando, frequentei um cursinho particular de inglês durante dois anos. Isso já ajudou bastante, porque sempre fui uma boa aluna.

Consegui chegar ao intermediário, mas no período seguinte engravidei e meu filho nasceria em maio, durante as aulas. Tive que interromper, mas foi por um motivo nobre.

Anos mais tarde tentei prosseguir novamente, mas não tinha horário fixo no trabalho e as reuniões coincidentemente aconteciam nos dias das aulas. Aí desisti de vez porque estava perdendo tempo e dinheiro.

O que te motivou a buscar um intercâmbio no Canadá?

Hoje tenho 54 anos de idade e minha busca pelo intercâmbio a essa altura da vida foi para concretizar o sonho adiado várias vezes. Eu precisava ter esta experiência de morar no exterior e tentar mais uma vez aprender inglês, só que de forma realmente intensiva.

Acho importantíssimo, primeiramente as pessoas nunca desistirem dos seus sonhos, e sempre digo para meu filho que sonhos não têm preço. Em segundo lugar, o Inglês é a língua mais falada no mundo, depois do Mandarim por causa da grande população na China, e está por todo lado.

Portanto, se queremos ter uma melhor compreensão das coisas que surgem a todo instante à nossa frente, acredito que vencer a barreira desse idioma seja fundamental.

O que representou esse intercâmbio no Canadá para você?

Intercâmbio no Canadá: Mulher em praça, com bancos, árvores, pássaros, rua, carros e prédios
Curtindo o Outono canadense em Toronto

Fiz meu intercâmbio em Toronto, no Canadá, e representou uma grande vitória por ter conseguido finalmente realizar este sonho e dar o exemplo de perseverança e confiança ao meu filho. Ele sempre diz que tem orgulho de mim a cada etapa vencida em minha vida e este é o meu maior prêmio.

Nos finais de semana viajei para a parte francesa do Canadá e conheci Quebec, Montreal e Ottawa, além de Niagara on The Lake e Niagara Falls, e passei 03 dias  em Nova York. Esta foi uma das melhores partes do intercâmbio, porque adoro viajar e posso compartilhar estas experiências no meu blog Destinos Por Onde Andei.

Valeu o investimento nesse intercâmbio no Canadá?

Intercâmbio no Canadá: Mulher abraça Papai Noel. Vitrine de loja ao fundo
Com Papai Noel canadense em Niagara On The Lake

O investimento valeu demais e não foi caro porque escolhi o Canadá, que tem os menores valores de intercâmbio. Isso acontece porque o dólar canadense custa menos que o americano e que o Euro. A experiência não foi exatamente o que eu esperava, mas valeu demais pelo aprendizado da língua, conhecer mais um país e pela concretização do sonho.

Pela época que fui, Outono no Canadá é muito frio, mas muito frio mesmo e eu imaginava que fosse um pouco pior só do que no Chile, que tinha visitado no inverno do mesmo ano. Mas não, é um frio completamente diferente, mais intenso e que te impede até de querer passear.

Por isso, deixei de conhecer algumas atrações em Toronto. Recomendo que quem for escolher este país que procure visitá-lo no verão ou primavera.

E a alimentação durante o intercâmbio canadense, como foi?

Pois é, não consegui encontrar boas opções no dia a dia que não fosse para cozinhar em casa. Como fazia minhas refeições fora, sempre comia mal. Sanduíches, pizzas, sopas, coisas assim, porque sempre estava com os outros intercambistas. Por serem mais jovens, eles escolhiam este tipo de alimentação mais fácil, rápida e barata.

Tive acesso a poucas opções boas de alimentação para o meu costume e senti bastante a diferença, o que já me ocorreu também em outras viagens. Cheguei a adoecer na última semana em Toronto. Comi uma comida asiática na praça de alimentação de um Outlet e acabei indo parar no Hospital Geral de Toronto, com infecção intestinal.

Então, quando digo que não foi exatamente o esperado foi por causa dessas intercorrências, que podem acontecer com qualquer um, mas tiram um pouco da alegria da viagem. Por isso, sempre recomendo que o viajante faça um seguro viagem para não ser pego de surpresa e estar desprevenido.

Conte como era o grupo de intercâmbio no Canadá:

Intercâmbio no Canadá: Mulher em caminho, com árvores, folha e mar ao fundo
Passeios do intercâmbio: Gisele em Toronto Islands, Canadá

Viajei com um sobrinho e fomos muito bem recebidos pela nossa hostess, uma jovem educada e simpática que mora no andar superior com o namorado e o cão. Ficamos hospedados em um bairro muito bom de Toronto. Era um basement, que é a parte de baixo da casa, sem luxo, mas com todo o conforto necessário.

Éramos quatro intercambistas, meu sobrinho, eu e mais dois japoneses, todos em quartos separados. Um deles era muito simpático e sociável. O outro tinha a cara sempre fechada e evitava nos dirigir o olhar e a palavra, chegando a ser rude algumas vezes. Tentamos fazer amizade, mas ele não cedia. Então, resolvemos ignorá-lo e foi melhor assim.

Esta é outra coisa que a gente não espera encontrar quando vai fazer um intercâmbio, mas pessoas mal humoradas estão por todo o mundo, um dia a gente esbarra nelas. O banheiro e a cozinha eram compartilhados, embora estivessem sempre limpos e organizados, porque esta era uma das regras da casa.

A cozinha utilizamos muito pouco e só para pequenas refeições. Ficávamos o dia inteiro fora de casa, saíamos cedo e retornávamos à noite, para aproveitarmos bem os passeios depois das aulas.

O que te motivou a finalmente buscar essa realização?

Intercâmbio no Canadá: mulher com grande construção antiga e neve ao fundo
Registro com sede do Parlamento Canadense, ao fundo, em Ottawa

Quando fiz 50 anos de idade eu senti uma vontade enorme de fazer algo diferente, que me desse muito prazer. Então, criei o blog, porque iria me dedicar a uma coisa que seria só minha e distante do que era o meu trabalho na época. Antes, trabalhava na área financeira de uma empresa. A partir daí comecei a desejar realizar todos os sonhos que tinham sido adiados.

A ideia do intercâmbio retornou com força total quatro anos depois. Pensei, é agora ou nunca! Conversei com o marido e o filho, que me deram força, e segui em frente. Não me arrependo absolutamente de nada. Fiquei mais forte, realizada e feliz, apesar dos contratempos.

Você ouviu algo do tipo “intercâmbio é coisa para jovem!”?

Intercâmbio no Canadá: Mulher com mar e prédios ao fundo
Intercâmbio: Gisele em Toronto Islands, Canadá

Ouvi e vi alguns olhares meio críticos também, mas ignorei, e fui realizar meu sonho. Afinal, ele era meu e de mais ninguém, então eu teria que vivê-lo e assim fiz! (risos)

O que você diria a pessoas com mais de 40 anos que têm um sonho?

Que não deixem de sonhar, que acreditem. Este é o primeiro passo para que os sonhos se realizem. Que, assim que possível, transformem todos os sonhos em realidade, desde que não façam mal a ninguém. Que planejem e organizem-se para que as coisas aconteçam e elas acontecerão!

Opção por intercâmbio cresce entre 40 Mais

grupo de pessoas com dois elefantes ao fundo
Grupo de intercambistas na África do Sul. Foto: Arquivo Águia Operadora

A história de Gisele reflete uma tendência. A busca por intercâmbio vem aumentando entre pessoas com mais de 40 anos de idade, informa Lilian Nogueira, uma das proprietárias da Águia Operadora de Intercâmbios e Viagens, com sede em Curitiba (PR). Nos últimos 5 anos, a proporção de clientes nessa faixa etária passou de “alguns gatos pingados” para aproximadamente 40%, conta.

Na avaliação da empresária, entre os principais motivos para o aumento dessa demanda está o custo mais baixo em relação a uma viagem turística convencional, já que as escolas dão acesso a hospedagem e passeios a preço de custo. “Por exemplo, dependendo do destino, o que uma pessoa gastaria em dez dias de viagem pagaria um intercâmbio de três a quatro semanas, tendo como acréscimo o aprendizado”, explica Lilian.

Intercâmbio gera novas amizades

Outra vantagem é que o intercâmbio é uma forma de conhecer pessoas, fazer novas amizades, acrescenta. “Mesmo viajando sozinho, o intercambista é acompanhado pela escola e pela operadora”, diz Lilian. Para quem não quer embarcar sozinho, a Águia oferece a participação em grupos de até quinze pessoas.

O próximo grupo, com destino à África do Sul, neste ano, está com doze integrantes, onze deles com idade entre 50 e 81 e apenas um de 22, que acompanhará a mãe. Ela explica que as escolas não impõem limite de idade, então em geral as turmas são variadas. Mas, para quem prefere estar próximo de pessoas da mesma faixa etária, há programas que viabilizam isso.

Sobre a Águia Intercâmbios e Viagens

A Águia existe há quatro anos, mas juntas, as três sócias Lilian, Milena Medeiros e Evelise Hubner somam mais de 70 anos de experiência em planejamento e organização de viagens de intercâmbio. Em parceria com centenas de instituições de ensino no exterior, a operadora oferece cursos de Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Holandês, Mandarim, Italiano, Japonês e Russo, para todas as idades.

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Referências

Gisele fez seu intercâmbio no Canadá entre Novembro e Dezembro de 2018. As fotos do post (com exceção do grupo na África do Sul) são do arquivo pessoal dela.

A Águia Operadora de Intercâmbios, nossa parceria neste post, foi convidada a contribuir por desenvolver um trabalho especialmente voltado a esse público de mais de 40 anos.

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