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Mostra de arte indígena propõe reflexão sobre nossas origens

Em exibição no Museu Afro Brasil, cidade de São Paulo, a exposição Heranças de um Brasil profundo, com mais de quinhentos objetos entre obras de arte e utensílios da cultura indígena de raiz brasileira. A mostra encerra a trilogia que o Museu vem fazendo nos últimos anos, iluminando as contribuições artísticas e culturais dos povos que deram origem ao Brasil. A primeira foi Africa Africans, em 2015, seguida por Portugal, Portugueses – Arte Contemporânea, em 2016.

A abertura da exposição Heranças de um Brasil Profundo aconteceu no dia do aniversário de 466 anos da capital paulista: 25 de Janeiro. Em exibição até 26 de Julho com entrada gratuita!

Cultura e arte contemporânea

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“Natureza Morta, o avanço do agronegócio”, Denilson Baniwa. (2016/17, Coleção do artista)

Com curadoria de Emanoel Araujo, a exposição Heranças de um Brasil profundo reúne arte plumária, adornos, máscaras, fotografias, esculturas, utensílios e arte contemporânea de povos indígenas como: Karajá, Marubo, Kayapó, Mehinako, Yanomami, Rikbaktsa, Tapirapé, Waurá, Tapayuna, Baniwa, Ashaninka, Parakanã, Panará e Juruna.

Entre os artistas indígenas contemporâneos presentes na exposição está o jovem Denilson Baniwa, do povo indígena Baniwa e natural do Rio Negro, interior do Amazonas. Vencedor do prêmio PIPA Online 2019, o artista apresentará três trabalhos na exposição, entre eles uma pintura inédita feita nas paredes internas do Museu Afro Brasil.

Casa dos Homens, do povo Mehinako

Outro destaque da mostra é a Casa dos Homens, construída por um grupo de quatro indígenas do povo Mehinako (Yuta, Itsaukuma, Kauruma e Wapitsewe Mahinako), um dos muitos habitantes da região conhecida como Alto Xingu, no Parque Indígena do Xingu.

(…) os visitantes poderão entrar e sentar nos bancos, também construídos por eles, para fazer uma reflexão sobre o Brasil, sobre as nossas origens, sobre a defesa desses indígenas, dessa gente forte e resiliente que habita sobretudo o Amazonas, o Xingu e o Mato Grosso.

Emanoel Araujo, curador da exposição.

Heranças de um Brasil profundo apresenta ainda um premiado grupo de fotógrafos e fotógrafas que se dedicaram (ou ainda se dedicam) a documentação de populações indígenas brasileiras, como Claudia Andujar, Rosa Gauditano, Maureen Bisiliat, Nair Benedicto, Manuel Rodrigues Ferreira, Rodrigo Pretella, Jamie Stewart-Granger, entre outros.

A exposição ocupa todo o subsolo do Museu Afro Brasil e exibe também um destacado grupo de peças de valor antropológico. São obras da arte que compõe o rico universo do fazer artístico de diferentes grupos indígenas brasileiros em suas representações zoomorfas de apelo artístico e cultural. Sua cultura artística, especialmente o trabalho com a cerâmica e cestaria, hoje amplamente incorporada nas tradições populares das regiões norte e nordeste.

Memória e herança dos povos da floresta

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“O Guerreiro”, Guta Galli, da série Mehrere Mex– Gente que estende sua beleza (2009, coleção da artista)

“Essa ideia da herança tem o objetivo de trazer de volta à nossa memória a arte dos povos da floresta no que ela tem de mais esplendoroso, que são as artes plumárias, mas também a arte dos objetos de uso, objetos simbólicos dessa cultura brasileira extraordinária. E também traz ao mesmo tempo uma visão de fora, de alguns dos mais importantes fotógrafos do Brasil”, explica o curador da exposição.

Ele conta que há também a representação de diferentes manifestações artísticas como gravuras, esculturas de artistas modernos, especialmente de São Paulo. Outro destaque é o painel com fotos originais do fotógrafo alemão Albert Frisch, que fotografou povos da Amazônia no século XIX.

Heranças de um Brasil profundo, exposição que busca romper com a ideia que vê nos indígenas e em sua arte o suprassumo da “inocência” ou o olhar folclórico, somente cheio de deuses, monstros e mitos, dentre tantos outros preconceitos impostos a esta cultura original.

EMANOEL ARAUJO, CURADOR DA EXPOSIÇÃO.

Exposição Heranças de um Brasil Profundo

ONDE: Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, São Paulo-SP (Avenida Pedro Alvares Cabral, Portão 10).

QUANDO: De 25 de Janeiro a 26 de Julho de 2020. De terça-feira a domingo, das 10h às 17h, com permanência até às 18h. 

QUANTO CUSTA: Entrada gratuita.

MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3320.8900 e no site do Museu Afro Brasil.

  • Com informações e fotos da assessoria de comunicação do Museu Afro Brasil.

Adote um Renoir do MASP! Doações até 27 de Dezembro

Além de contribuir com uma grande causa, valores podem ser recuperados com declaração de IR. Veja obras do MASP restauradas com campanha e saiba como doar!

O quadro “Rosa e azul – As meninas Cahen d’Anvers”, pintado em 1881 por Pierre-Auguste Renoir, uma das mais icônicas do acervo do MASP, foi indicada para restauração com a campanha “Adote uma Obra” de 2019. O projeto, existente desde 2017, viabiliza a arrecadação de recursos por meio de doações de imposto de renda para a preservação do acervo do museu. 

Sofia Hennen, responsável pelo núcleo de conservação e restauro do MASP, explica: “O quadro de Renoir foi escolhido por apresentar algumas zonas de pintura frágeis, além de alguns problemas estéticos, tais como irregularidades no verniz”. 

O primeiro passo é fazer um estudo aprofundado da técnica e do estado da obra para que depois seja escolhido o tratamento adequado. Um especialista em pintura francesa do século 19, ainda em definição, ficará responsável pelo processo. A primeira edição da ação, há dois anos, custeou o restauro de “O Escolar”, de Van Gogh, feito no Museu Van Gogh, em Amsterdã.

Obras de Portinari já foram restauradas

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Doações de 2018 permitiram restauro de “Retirantes” (1944) e outras duas obras de Portinari. Foto: João Musa

Em 2018, a obra do MASP adotada foi “Retirantes”, de Candido Portinari. A pintura do modernista brasileiro passa pela última etapa de tratamento e deve retornar ao acervo ainda neste ano. 

Além de “Retirantes”, a equipe de conservação e restauro do MASP estudou e tratou duas outras obras de Portinari: “Criança morta” e “Enterro na rede”, também de 1944. O trabalho em conjunto nas três telas permitiu ganhos e sinergias, já que as obras têm diversos pontos de contato e parecem ter sido criadas como uma série. 

Em Abril, os três quadros foram submetidos a diferentes exames científicos, realizados por uma equipe do Instituto de Física da USP (IFUSP). Em seguida, as obras receberam diagnóstico e prescrição por uma equipe formada por restauradores do MASP e externos, do ateliê De Vera Artes, escolhidos pela experiência com obras de Portinari. 

As três obras, que tinham passado por intervenções e restauros ao longo dos anos, apresentavam bom estado de conservação, mas mostravam problemas pontuais como falta de tensão nas telas, craquelês (fissuras), pequenas perdas na camada pictórica e irregularidade no verniz. O tratamento incluiu limpeza, reintegração cromática e aplicação de verniz, entre outros. 

Como adotar uma obra do MASP:

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“O escolar”, de Van Gogh (1888), foi primeira obra restaurada pela campanha. Foto: MASP

É muito simples doar! Acesse o site do MASP, clique no botão “Quero doar” e preencha o cadastro com seus dados e o valor da doação. Na sequência, o museu enviará uma mensagem ao seu e-mail com os dados bancários. Após identificado o pagamento, receberá o recibo de mecenato, que deverá ser anexado à declaração do imposto de renda.

O valor mínimo da doação é de R$ 300. Caso o contribuinte tenha imposto a ser restituído, a doação aumenta o valor da restituição. Pessoas jurídicas também podem adotar uma obra do MASP, como garante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, porém com alíquotas de dedução diferenciadas. 

Qualquer pessoa pode doar, desde que seja optante pela declaração “modelo completo” e não ultrapasse o limite global de 6% do IR devido. No mesmo link de doação o interessado também encontra respostas para as dúvidas mais frequentes. A data limite para doação é 27 de Dezembro de 2019. 

Sobre o MASP

O MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) fica na Avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP. Telefone: (11) 3149-5959. Funcionamento: de quarta-feira a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até as 17h30); Terça Grátis Qualicorp das 10h às 20h (bilheteria até 19h30). Ingressos: R$ 40 (entrada); R$ 20 (meia-entrada).

  • Com informações e fotos fornecidas pela Assessoria de Imprensa do MASP.

Exposições no MASP colocam desigualdade de gênero em debate

Duas exposições no MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) colocam em debate a desigualdade de gênero: Histórias das Mulheres e Histórias Feministas. Na cidade de São Paulo-SP, de 23 de Agosto a 17 de Novembro de 2019, com entrada gratuita às terças-feiras. O objetivo é resgatar e difundir o trabalho de artistas mulheres e pensar sobre possíveis desdobramentos do feminismo nas artes.

  • Outras dicas de exposições, teatro e shows podem ser conferidas em nossa Agenda Cultural SP.

“Histórias das Mulheres” resgata obras

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Obra de Marie Constantine Bashkirtseff. Crédito: Rijksmuseum, Amsterdam

Histórias das mulheres busca reposicionar a obra de artistas que trabalharam até o final do século 19, ao discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. A curadoria da exposição no MASP é de Julia Bryan-Wilson, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea do Museu; Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e narrativas; e Mariana Leme, curadora assistente do museu.

A mostra terá nomes como Sofonisba Anguissola (circa 1532-1625), Artemisia Gentileschi (1593-1653), Judith Leyster (1609-1660), Angelica Kauffmann (1741-1804), Elisabeth-Louise Vigée-Lebrun (1755-1842) e Eva Gonzalès (1849-1883). Também de pioneiras latino-americanas como Magdalena Mira Mena (1859-1930), Abigail de Andrade (1864-1890) e Berthe Worms (1868-1937).

A diversidade estética, temática e técnica das obras expostas nessa exposição no MASP mostra que as artistas fizeram parte dos mais diferentes grupos que atravessaram as narrativas da história da arte. A ideia é demonstrar que não existe, portanto, um “modo feminino” de criar ou de apreender o mundo, mas uma polifonia de histórias reunidas em torno do termo “mulher”.

Obras de mulheres engavetadas em museus expõe desigualdade nas artes

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Arte de Emily Mary Osborn (1857). Crédito: Tate, Londres 2019

“O fato de essas obras se encontrarem, em sua maior parte, guardadas nas reservas dos museus, diz muito sobre as políticas desiguais e de subalternidade existentes no interior do mundo e do sistema das artes, dominados por figuras masculinas, em todas as instâncias”, afirma Lilia Schwarcz.

Além disso, o resgate do trabalho de artistas “esquecidas” é importante, na medida em que desestabiliza critérios de valor e de diferença, nos quais se baseia a história da arte ocidental — branca, eurocêntrica e masculina. 

Embora o termo “feminismo” já existisse antes de 1900 e vários pensadores, homens e mulheres, defendessem o direito de igualdade entre os gêneros, como a brasileira Nísia Floresta (1810-1885), que em 1832 publicou Direito das mulheres e injustiça dos homens, é difícil falar em arte “feminista” antes do século 20. Por outro lado, …

“… resgatar, expor e pesquisar o trabalho dessas artistas é também uma atitude feminista, na medida em que se busca assim sublinhar distorções e violências predominantes na história pregressa.”

Lilia Schwarcz

Em paralelo, como diálogo e contraponto, o MASP apresentará a exposição Histórias feministas, coletiva com artistas atuantes no século 21 em torno das ideias de feminismo ou em resposta a elas.

“Histórias Feministas” incita debate- exposições no MASP

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Da série “Guerrilheiras”, de Virgínia de Medeiros

Com curadoria de Isabella Rjeille, curadora assistente do MASP, a exposição Histórias feministas: artistas depois de 2000 é um desdobramento do ciclo de 2017, Histórias da sexualidade. Não se propõe a esgotar um assunto tão extenso e complexo como a relação entre arte e feminismo, mas incitar novos debates a partir da produção de artistas que emergiram no século 21. Histórias feministas foi também título da exposição individual da artista Carla Zaccagnini em 2016, no MASP, anunciando o compromisso e o interesse da direção artística do museu em uma abordagem feminista da história da arte.

“A ideia não é mapear a produção de artistas a partir de um recorte geracional, mas entender como os feminismos vêm sendo utilizados como ferramentas para desmantelar narrativas e transformar a maneira como algumas histórias vêm sendo escritas. A mostra reúne artistas que têm e não têm o feminismo como questão central de sua obra, mas que, de alguma maneira, abordam assuntos urgentes a partir de perspectivas feministas”, diz Rjeille.

Exposição no MASP mostra como feminismo influencia artes

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Estatuas (2012-2014), de Monica Restrepo, que integra “Histórias Feministas” no MASP

“A exposição procura mostrar como o feminismo segue influenciando a criação artística, interseccionando lutas, narrativas e conhecimentos.”  Segundo a curadora, nesta exposição, o feminismo é entendido como “uma prática capaz de provocar fricções e diálogos trans-históricos e transnacionais”, e que não deixa de considerar as questões de gênero em relação a classe, raça, etnia, geração, região, sexualidade e corporalidade, entendendo-os como elementos que transformam radicalmente e tornam mais complexas as experiências das mulheres ao redor do mundo. 

A presença da discussão em exposições no MASP insere o museu na rede de esforços que têm sido empreendidos há mais de cem anos para repensar as diferenças, as inserções e as relações entre os gêneros.

“Abordar histórias feministas no século 21 significa partir de um tempo presente, em plena construção e urgência — um tempo que implica não apenas repensar seu passado e rever os legados deixados por artistas, teóricas e ativistas, mas também reimaginar o futuro.”

Rjeille

Artistas que contarão “histórias feministas” em exposição no MASP

1. Aline Motta (1974, Niterói, Rio de Janeiro, vive em São Paulo) 2. Ana Mazzei (1980, São Paulo, vive em São Paulo) & Regina Parra (1984, São Paulo, vive em São Paulo) 3. Carla Zaccagnini (1973, Buenos Aires, Argentina, vive em Malmö, Suécia) 4. Carolina Caycedo (1978, Londres, vive em Los Angeles) 5. Clara Ianni (1987, São Paulo, vive em São Paulo) 6. Daspu (fundada em 2005, Rio de Janeiro)

7. Élle de Bernardini (1991, Itaqui, Rio Grande do Sul, vive em São Paulo) 8. Ellen Lesperance (1971, Minnesota, USA, vive em Òregon, EUA) 9. EvaMarie Lindahl (1976, Viken, Suécia, vive em Malmö, Suécia) & Ditte Ejlerskov (Frederikshavn, Dinamarca, 1982, vive em Skælskør, Dinamarca) 10. Giulia Andreani (1985, Veneza, Itália, vive em Paris) 11. Imri Sandström (1980, Umeå, Suécia, vive em Järstorp, Suécia) 12. Julia Phillips (1985, Hamburgo, vive em Chicago e Berlim)

13. Kaj Osteroth (1977, Beckum, Alemanha, vive em Berlim/Brandenburg, Alemanha) & Lydia Hamann (1979, Potsdam, vive em Berlim, Alemanha) 14. Katia Sepúlveda (1978, Santiago, Chile, vive em Köln, Alemanha, e Tijuana, México) 15. Lyz Parayzo (1994, Rio de Janeiro, vive em São Paulo) 16. Marcela Cantuária (1991, Rio de Janeiro, vive no Rio de Janeiro) 17. Mequitta Ahuja (1976, Grand Rapids, EUA, vive em Baltimore, EUA)

18. Mónica Restrepo (1982, Bogotá, vive em Cali, Colômbia) 19. Mônica Ventura (1985, São Paulo, vive em São Paulo) 20. Rabbya Naseer (1984, Rawalpindi, Paquistão, vive em Lahore) & Hurmat Ul Ain (1984, Karachi, Paquistão, vive em Islamabad) 21. Rosa Luz (Brasília, Distrito Federal, 1996, vive em Brasília, Brasil) 22. Ruth Buchanan (1980, New Plymouth, Nova Zelândia, vive em Berlim) 23. Sallisa Rosa (1990, Goiânia, Goiás. Vive em Belo Horizonte, Brasil)

24. Santarosa Barreto (1986, São Paulo, vive em São Paulo) 25. Sebastián Calfuqueo (1991, Santiago, Chile) 26. Serigrafistas Queer (fundada em 2007, Buenos Aires, Argentina) 27. Tabita Rezaire (1989, Paris, França, vive em Cayenne, Guiana Francesa) 28. Tuesday Smillie (1981, Boston, EUA, vive no Brooklyn, Nova York) 29. Virgínia de Medeiros (1973, Feira de Santana, Bahia, vive em São Paulo) 30. Yael Bartana (1970, Kfar Yehezkel, Israel, vive em Amsterdam, Berlim e Tel Aviv).

Sobre as exposições no MASP “Histórias das Mulheres” e “Histórias Feministas”:

ONDE: MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), À Avenida Paulista, 1.578, São Paulo-SP (1º andar e 1º e 2º Subsolos).

QUANDO: Abertura dia 22 de agosto, às 20h. Visitação de 23 de agosto a 17 de novembro de 2019. De quarta-feira a domingo, das 10h às 18h (bilheteria até as 17h30); às terças-feiras, das 10h às 20h (bilheteria até 19h30).

QUANTO CUSTA: Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada para estudantes, professores e maiores de 60 anos ). Gratuito às terças-feiras. Ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia. Menores de 11 anos de idade não pagam ingresso. O MASP aceita todos os cartões de crédito. 

  • Acessível a pessoas com deficiência física, ar condicionado, classificação livre. 

MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3149-5959.

Referências:

Conteúdo sobre as exposições no MASP editado pela jornalista e autora do embarque40mais.com, Michele da Costa, com informações e fotos fornecidas pela Assessoria de Imprensa do Museu. A foto destacada no início do post é obra de Kaj Osteroth e Lydia Hamann (2016)- Crédito para Smina Bluth.

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