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Dicas de transporte local em Lisboa e Barcelona

Minhas experiências e dicas detalhadas de transportes locais em Lisboa (Portugal) e Barcelona (Espanha), com destaque para os transportes públicos. Uma contribuição ao seu planejamento de viagem a essas belas capitais europeias! 

Pra mim, a melhor coisa quando estou em um lugar novo é mesmo andar a pé, caminhar horas observando tudo, da arquitetura e monumentos às pessoas e paisagens, mas para percorrer distâncias maiores não tem jeito, a gente tem que recorrer aos meios de transporte locais.

Opções de transporte para diferentes perfis

Estrutura arquitetônica em metal, rua, carros e pessoas caminhando.
Estação Oriente (Lisboa), de onde partem trens para o interior e outros países da Europa

Na região de Lisboa (Portugal) e em Barcelona (Espanha) há várias opções, conforme o perfil de cada pessoa, desde aquela descolada de espírito livre, mas econômica, até aquela que não gosta mesmo de dividir espaços nem gastar muito a sola do sapato, prefere conforto e paga o preço.

Eu me encaixo mais na primeira opção, então vou contar aqui minhas experiências do período que passei nessas belas capitais (entre outubro e novembro de 2017), mas também apontar outras possibilidades. Considero o transporte público coletivo uma ótima opção nas duas cidades. As redes são muito boas, seguras e, comparado a outros meios, o custo é baixo.

Transporte público é ótima opção em Lisboa e Barcelona

movimentação de passageiros em estação de trem e metrô
Interior da Estação Oriente, em Lisboa: metrô, trem e ônibus

Em Lisboa, você pode comprar os cartões magnéticos de transporte, que são carregáveis e permitem viajar mais pagando menos no metrô (metro); trem (comboio); e em vários tipos de coletivo da Carris, como ônibus (autocarro), bondinho (elétrico), ônibus elétrico grande (elétrico articulado), barca de travessia do Tejo e até elevadores, como o da Justa (na Baixa-Chiado).

Você escolhe o cartão, com acesso aos tipos de transporte que melhor combinem com suas necessidades. Por exemplo, adquirindo o cartão Sete Colinas ou o Viva Viagem, cada viagem em veículos da Carris ou no metrô, segundo o tarifário deste ano, custa 1,45 Euro, enquanto se for pagar na hora (dentro do veículo) fica 1,85 Euro para autocarros e 2,90 Euro para elétricos. Com o cartão Zapping fica 1,30 cada viagem em toda a rede.

Os cartões são vendidos em vários pontos da cidade, como bancas de jornais, estações de metrô e de trem. Ah, não deixe de andar de elétrico em Lisboa, é uma delícia fazer essa “viagem no tempo”. Veja no vídeo a seguir!

Vídeo “Por dentro de um Elétrico de Lisboa”

Andar de Elétrico em Lisboa é como fazer uma viagem no tempo

Como se locomover em Sintra, na região de Lisboa

Também é possível usar alguns desses cartões para ir de trem a vilas da região de Lisboa um pouco mais distantes, como Cascais, Estoril e Sintra. Mas saindo da estação de trem em Sintra, minha gente, o custo de transporte coletivo para percorrer os monumentos e parques é mais elevado.

E atenção: compre somente aquilo que for usar no dia. Fui à Sintra três vezes. Na primeira vez, sem informação adequada, optamos pelo bilhete Turístico Diário (para usar à vontade o dia todo), ao custo de 15 Euros!!! O que foi um desperdício, pois usamos apenas quatro conduções.

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Centro da Vila de Sintra (Lisboa)

O melhor é fazer um trajeto por dia, mesmo porque na minha opinião é impossível conhecer direito percorrendo mais do que três monumentos em um dia.

Os dois principais trajetos são Circuito de Pena (ida e volta)- Carrera 434, por 6,90 Euros, que passa por quatro monumentos, entre eles o Palácio de Pena e o Castelo dos Mouros; e o Villa Express 4 Palácios (ida e volta)- Carrera 435, por 5 Euros, que leva à Quinta da Regalera, ao Palácio de Seteais e ao Palácio de Monserrate.

Usando o transporte público em Barcelona

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Por dentro do metrô de Barcelona

Em Barcelona (capital da Catalunha), a rede de metrô é ótima, te leva a praticamente toda a cidade e funciona até a meia noite durante a semana e até as 2h às sextas e sábados. Os ônibus são novos, confortáveis e têm Wi-fi.

Meu cartão de transporte comprei na entrada da estação de metrô do aeroporto de Barcelona (auto-atendimento). Optei por um T10, por 14,50 Euros, para uso ilimitado por 48 horas em todos os meios de transporte coletivos da cidade, pois só fiquei dois dias.

Há outras opções, conforme o período que for ficar e o quanto pretenda usar. Nos arredores da cidade tem umas ladeiras consideráveis, viu, mas alguns lances de escada rolante (a céu aberto, isso mesmo) ajudam! Confira um pouco das coisas bonitas que vi em Barcelona!

Dirigindo em Portugal

vista de dentro de um carro: estrada com carros estacionados do lado direito, montanhas e mar ao fundo.
Dirigindo pelo litoral de Cascais e Sintra, região de Lisboa

Pra quem estiver disposto a dirigir, há também a possibilidade de alugar um carro em Lisboa. Sim, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) brasileira vale em Portugal para turistas! Os valores são acessíveis, mas é preciso ter um cartão de crédito internacional, exigido como garantia para cobrir eventuais danos no veículo.

Fiz essa opção por um fim de semana, para visitar Setúbal, Almada e algumas praias da região de Lisboa, e foi muito bacana! Qualquer hora conto essa história..

Acho que vale a pena alugar carro quando a gente quer fazer um roteiro diferente, com total liberdade para ir e ficar quanto tempo quiser em cada local. Dirigir em Portugal foi tranquilo, as vias são bem cuidadas e sinalizadas, mas não se esqueça de parar em todas as faixas (“pintadas”), a não ser que tenha semáforo no cruzamento e esteja verde, claro.

Os pedestres são realmente respeitados por lá, um dos pontos positivos que a gente deveria copiar aqui. Também observe os locais onde pode estacionar nas ruas e tenha sempre moedas para fazer o pagamento nas máquinas (parquímetros).


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Nós alugamos o carro em Lisboa pela Rentcars e foi super tranquilo, pois pudemos pesquisar entre várias locadoras e escolher a melhor oferta, parcelamos no cartão de crédito e sem IOF. Se for dirigir em Lisboa ou outro destino, pesquise e reserve pelo nosso link e automaticamente também estará contribuindo para manter o Embarque40Mais! Fique tranquilo! É seguro e você não pagará nada a mais por isso. 


Táxi e outros meios de transporte

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“Tuk Tuk” (à frente do táxi) é uma das opções de transporte turístico em Lisboa

Andar de táxi em Lisboa também não é caro, mas acho que compensa mesmo se estiverem em grupo, pra dividir a conta, ou quando necessário. No meu caso, só usei para voltar para a hospedagem uma vez, porque era tarde da noite e estávamos muito cansadas, para mudança de hospedagem e para ir e vir do aeroporto porque estava com duas malas e uma mochila.

Quando fui a Barcelona, com apenas uma mala pequena, usei só o metrô mesmo e foi bem tranquilo. Só que o aeroporto de Barcelona é bem distante da área central, então saia com bastante antecedência pra não correr o risco de perder o voo.

Bondinho e carros em uma rua estreita e construções antigas ao fundo.
Bondinho turístico no Centro Histórico de Lisboa

Lisboa tem transporte por aplicativos

Em Lisboa também tem veículos de transporte por aplicativos, mas não usamos pois os valores são praticamente iguais aos dos táxis. Há, ainda, serviços particulares de transporte (individuais ou em grupo) para passeios e roteiros específicos, mas não experimentei.

Acho que deve ser vantagem para quem prefere a companhia de um guia local, mais conforto e está disposto a fazer um investimento um pouco maior. Dessa vez, minha escolha foi fazer roteiros que fossem além do tradicional, me dessem mais liberdade e custassem menos.. Rs.

Bicicletas elétricas em Lisboa

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Bicicletas elétricas no Parque das Nações, Lisboa

Ainda tem as bicicletas elétricas em Lisboa, uma opção interessante e sustentável que acabei não experimentando, infelizmente. Tem que se cadastrar pela internet, pagar pelo período que desejar (a partir de 2 Euros por 24h) e baixar um aplicativo.

Aí é só pegar a bike em um dos vários pontos disponíveis e sair por aí. Algumas regiões, como o Parque das Nações, oferecem ciclovias, que são mais seguras, mas de qualquer maneira o capacete é indispensável, hein.


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Mais imagens de transportes em Lisboa e Barcelona

  • Se gostou dessas dicas sobre transporte, não deixe de conferir também minhas experiências com alimentação, internet e passeios em Portugal! Aliás, nessas andanças ter uma boa internet no celular pra poder se guiar por um GPS é tudo, gente!
  • Ah, tem também o post anterior, com o que aprendi sobre documentação, voos, moeda e hospedagem para o planejamento dessa minha viagem a Portugal e Barcelona. Compartilho erros, acertos e até alguns apuros..rs. 

Como planejei minha viagem a Portugal: erros e acertos

Aprenda com meus erros e acertos de planejamento de viagem a Portugal e Barcelona: documentos, passagens aéreas, hospedagem, seguro e moeda local.

mulher e esteira de aeroporto ao fundo
Chegada no aeroporto de Lisboa: cansada, feliz e ansiosa

Algumas pessoas pediram dicas de como planejei minha viagem de 35 dias a Portugal e Barcelona, realizada entre Outubro e Novembro de 2017. Então, decidi compartilhar essa experiência.

A gente sabe que usufruir de uma boa viagem é o que todo mundo quer, mas pra chegar lá é necessário se organizar e planejar tudo direitinho ou contar com a assessoria de uma boa agência para cuidar de todos os detalhes.

Comecei a planejar essa viagem uns três meses antes, pesquisando pela internet, mas quase todas as decisões foram tomadas nas últimas semanas, por isso acabei gastando mais com passagens aéreas e hospedagem.

Viajei com uma amiga e, como nesse meio tempo ela assumiu compromissos pessoais que impunham prazo para estar lá, isso reduziu um pouco nossas possibilidades.

Passagens ou pacote?

Voo de volta (1)
Voo de volta em manhã ensolarada, logo após decolagem em Lisboa

Sugiro comprar as passagens aéreas com antecedência de 3 a 5 meses. Pode aparecer uma super oferta de última hora, mas é imprevisível, arriscado, principalmente se você precisar viajar em um período determinado, como as férias. Nós optamos por comprar as passagens separadas da estadia e demais serviços para ter mobilidade, já que ficaríamos por um período mais longo que a média.

Compramos as passagens mais ou menos um mês antes da data de embarque, então os valores não foram dos melhores. Uns quatro meses antes, teríamos tido uma economia de aproximadamente 40%. Mas os valores também variam um pouco conforme o período do ano em que se pretende viajar.

Por exemplo, para Portugal a maior demanda de turismo costuma ser na primavera e verão do hemisfério norte, então no outono e inverno (21 de setembro a 20 de março) os valores são mais baixos, tanto para passagens aéreas quanto para hospedagem.

Para Portugal (ida e volta), comprei as passagens de voos diretos por meio de uma agência de viagens, já de Lisboa a Barcelona foi pelo site da companhia aérea. Fomos de classe econômica para Portugal, mas de uma próxima vez em uma viagem tão longa (10 horas) pretendo comprar um lugar com mais espaço entre as poltronas ou ir de classe executiva. Estou certa de que será um investimento baixo em relação ao benefício.

Voo de Lisboa a Barcelona

Cidade e Praia vistas de avião
Prestes a pousar em Barcelona (Espanha)

Para Barcelona embarquei sozinha e foi bem tranquilo, já que a duração do voo direto de Lisboa é de apenas 2 horas. Dica: sempre tenha consigo um aparelho com vídeos ou músicas e fone de ouvido, pois nunca sabemos o quanto barulhenta será a pessoa ao nosso lado.

Outra coisa, importantíssima, saia de casa com muita antecedência para o aeroporto, pois as distâncias que temos que percorrer dentro até chegar ao local de embarque podem ser enormes, tipo meia hora de caminhada a passos rápidos. Na volta ao Brasil, tive que correr, literalmente, para conseguir embarcar, depois de perder mais de uma hora na fila do Tax Free.

Tax Free X fila na alfândega

Havia apenas uma funcionária no guichê da alfândega em Lisboa! Detalhe, corri com uma mala pequena de rodinhas, mochila pesada e bolsa. Estresse e correria em vão porque ainda por cima não consegui ser atendida em tempo, então não obtive o reembolso do valor referente a alguns produtos comprados em Lisboa, mas consegui embarcar.. Ufa! Rs.

A regra do Tax Free é te devolver até 15% do valor de compras acima de 61,35 Euros em estabelecimentos credenciados, mas na propaganda ninguém te fala da burocracia e filas enormes que tem que enfrentar no aeroporto.

Hospedagem em Lisboa

Rua com prédios e carros
Rua de Belém- Lisboa onde ficamos hospedadas

Fizemos as reservas antecipadas da estadia completa em Lisboa. Os primeiros oito dias foram em um pequeno apartamento em Belém: valor mediano, sem luxo, porém com tudo novo, limpo e confortável, além do local ter nos mostrado ser bem seguro.

Mas só fizemos essa opção porque para esses primeiros dias não conseguimos vagas na pousada (hostel) escolhida, no Parque das Nações, onde ficamos todo o período restante, em quarto muito simples, mas privativo com banheiro, a um custo bem mais acessível (20 Euros/dia por pessoa).

Contudo, para períodos mais longos, como foi nosso caso, não recomendo ficar em hostel, a não ser que não se importe de ser acordado no meio da noite com barulho de porta batendo, gente falando alto e correndo pelos corredores.

Além disso, no caso deste que ficamos, depois de uma semana a gente já começou a sentir a mola torta dos colchões (bem usados) e ficamos cansadas do chuveiro que às vezes não esquentava.

Pelo que pesquisei antes de ir, uma boa opção para quem vai ficar em Lisboa por mais de 15 dias pode ser alugar uma pequena casa ou apartamento direto com o proprietário, mas precisa fazer a reserva com uns dois ou três meses de antecedência.

Hospedagem em Barcelona

Minhas duas noites em Barcelona foram em um hotel simples, no bairro de Gràcia, o Catalunya Park Guüell: quarto pequeno, mas confortável, sem café da manhã. Tomei café em uma padaria perto por 1/4 do valor cobrado no hotel.

O hotel fica a poucas quadras do Parque Güell e a algumas estações de metrô dos outros principais pontos turísticos, mas bem longe do aeroporto. Em uma próxima oportunidade darei preferência para uma região mais central. Foi corrido, mas fiquei muito feliz em ver lindas obras de Gaudí, entre outras coisas.


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Seguro de Saúde e outros documentos

Tela e teclado de computador, passaporte
Site da Embaixada de Portugal no Brasil

Para entrar em Portugal como turista (estada por até 90 dias), brasileiros não precisam de visto prévio (obtido na Embaixada), mas ao chegar lá é necessário apresentar alguns documentos às autoridades de fronteira (portos e aeroportos), sob risco de ser impedido de entrar.

Esses documentos são: passaporte com validade superior a pelo menos 3 meses da duração prevista para a estada; bilhetes de viagem (ida e volta); comprovante de alojamento (recibos de reservas em hotéis e pousadas); seguro saúde; comprovantes de que possui meios financeiros para suportar a estada, equivalentes a 75 Euros por cada entrada no país acrescidos de 40 Euros ao dia por pessoa.

Assim, para permanecer 15 dias em Portugal uma pessoa deve ter 675 Euros, o que na data da publicação deste post equivale a aproximadamente R$ 2.700,00.

Embora a maioria dos sites e blogs de viagem apontem a necessidade de se obter um seguro de viagem completo para entrar em Portugal, entre outros países da Europa, nos sites da Embaixada de Portugal no Brasil e do Consulado Geral de Portugal em São Paulo o único seguro mencionado entre os documentos necessários para brasileiros entrarem em Portugal é o de Saúde.

Brasileiros podem obter seguro saúde pública para Portugal

Não deixe de conferir todos os detalhes nos links mais abaixo e, em caso de dúvida, telefone para a Embaixada! E atenção, é possível obter sem custo o seguro saúde pública (Certificado de Direito à Assistência Médica ou PB4), por meio do Ministério da Saúde do Brasil, devido a acordo de cooperação mantido com o governo de Portugal.

Só que é necessário ser contribuinte do INSS e fazer o pedido com boa antecedência, devido aos prazos para a emissão do documento. Esse certificado permite que brasileiros sejam atendidos na rede pública de saúde de Portugal pagando o mesmo que os cidadãos portugueses, cujos valores são bem simbólicos e a qualidade muito boa.

Como descobri isso em cima da hora (uma semana antes), não deu pra mim dessa vez. O pedido deve ser feito na sede do MS do seu estado, que fica na capital. O acordo de cooperação internacional também inclui Cabo Verde e Itália.

Seguro Saúde para outros países da Europa

No meu caso, como já pretendia passar uns dias na Espanha e a cobertura de despesas médicas é o que mais encarece, precisei garantir o seguro saúde e optei pelo seguro de viagem completo, que inclui indenizações em casos de acidente, morte, perda de bagagem, etc. Os valores que cotei com as seguradoras brasileiras variaram de R$ 350 a R$ 600 para o período.

Na minha chegada, o único documento que o fiscal de fronteira portuguesa me pediu para ver foi o passaporte, mas não dá para contar com isso, claro. Vale destacar que, conforme acordo entre 25 países da União Europeia, uma vez que autorizada a entrada em qualquer um desses países, como Portugal, a pessoa pode circular pelos outros países membros sem a necessidade de passar pela autoridade de fronteira, por até 90 dias. Assim foi quando cheguei a Barcelona.


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Como levar moeda local para Portugal?

notas e moedas de Euros
Euros trocados para táxi e itens de feira

Também é recomendável comprar a moeda local do seu destino com alguma antecedência, pois se ficar em cima da hora e a variação cambial (Euro, Dólar, etc) estiver em alta, você terá que comprar ao menos uma parte de qualquer jeito, para não chegar sem nada. Eu optei por levar 60% do valor em cartão de viagem internacional (de débito) e o restante em dinheiro (Euros), mas acho que poderia ter sido 70%.

O cartão é mais seguro, com chip e senha, e também permite sacar dinheiro em alguns terminais, mas fica um pouco mais caro (para mim ficou R$ 0,20 a mais por cada Euro). Dá para comprar moeda estrangeira nos bancos no Brasil, mas pelo menos em relação ao que tenho conta, as casas de câmbio foram mais vantajosas.

Também pesquise antes via internet, em sites que reúnem várias operadoras e funcionam como leilões virtuais. Inclusive porque te dão ideia da variação cambial diária. Consegui um preço melhor online, mas ao negociar com uma casa de câmbio local ela cobriu a oferta.

Devo levar cartão de crédito internacional?

Pagar com seu cartão de crédito internacional também é uma opção, mas costuma ficar um pouco mais caro devido ao acréscimo do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que varia conforme a cotação do Dólar, mas não deixe de levar como garantia em uma situação emergência.

Tive que usar o cartão de crédito para pagar as reservas de locação de um carro (única forma aceita online) e das hospedagens (o 1º dia de cada local + taxa de turismo), já que a outra forma, que seria a transferência bancária internacional, não compensa mesmo, a taxa cobrada é muito alta, independente do valor transferido ser pequeno (não varia).

Decidi levar parte em dinheiro porque tinham me dito que alguns pequenos comércios de Portugal ainda não aceitavam cartão. No fim, praticamente todos os lugares que fui aceitaram o cartão de débito, até mesmo bancas de jornais, só precisei mesmo de dinheiro vivo para pagar táxi, gorjetas e itens de feira.


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Quanto levar de Euros para Portugal?

Sobre quanto levar? Depende do seu perfil de consumo. Me disseram para garantir 50 Euros/dia para refeições, transporte e ingressos em museus e atrações turísticas, mas no dia a dia gastei menos, principalmente porque usei muito transporte público, com exceção de quatro corridas de táxi e o carro locado por dois dias.

Espero que essa minha pequena contribuição tenha sido útil! Veja também minhas dicas de transporte em Lisboa e Barcelona para você andar tranquilamente e aproveitar tudo de bom que essas belas capitais europeias oferecem! Tem ainda as dicas de Alimentação, Comunicação e Passeios dessa viagem..

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