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Por que os 40 mais precisam de suplementos de colágeno?

Muita gente não sabe, mas com a idade nosso organismo vai reduzindo gradativamente a capacidade de produzir colágeno, o que contribui para acelerar o processo de envelhecimento. Eu mesma soube disso há poucos meses, por isso decidi compartilhar com vocês.
Especialistas afirmam que já entre os 25 e 30 anos anos de idade nossa produção de colágeno começa a cair aproximadamente 1% ao ano, variando conforme a genética de cada pessoa e condições ambientais, mas é a partir dos 40 e, principalmente dos 50 anos, que os sinais ficam mais evidentes, pois a produção natural de colágeno cai a apenas 33% do que é necessário para manter o bom funcionamento de órgãos de sustentação do nosso corpo: músculos, pele, articulações, ligamentos e ossos, deixando-os mais expostos à flacidez e desgaste.
As informações são da nutricionista funcional Juliana Pizzocolo, convidada pelo Embarque40Mais a contribuir com esse post. Mas não se desespere, pois é possível repor esse colágeno ingerindo suplementos, que podem ser encontrados em cápsulas e pó.
Apesar desses produtos serem vendidos sem receita médica, é fundamental que seja orientado por um especialista, médico ou nutricionista, pois o uso inadequado e o consumo em excesso podem trazer danos à saúde.
“No caso do colágeno, apesar de não ter contraindicação, precisa ter acompanhamento profissional, principalmente no caso de gestantes ou lactantes”, afirma Juliana. Entre os efeitos maléficos do consumo excessivo de colágeno ela aponta a prisão de ventre e sobrecarga dos rins, órgãos vitais. Além disso, “somente o uso de colágeno não faz milagres”, adverte a nutricionista.

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A partir dos 40 anos, produzimos apenas 33% do colágeno que nosso corpo precisa


“É importante levar em conta fatores genéticos e ambientais, alimentação, atividade física, hábitos saudáveis em geral. Para uma boa e eficaz absorção do colágeno, o organismo precisa estar em ótimo funcionamento”, explica. Quanto à dosagem, a do colágeno hidrolisado é de aproximadamente 10g ao dia, pontua Juliana. “Com relação ao tempo de uso, varia de indivíduo para indivíduo. Geralmente em dois meses já se nota diferença”, considera ela, que cita os principais benefícios do colágeno:
– Protege as articulações;
– Rejuvenesce a pele;
– Melhora a firmeza e elasticidade da pele;
– Promove a renovação celular;
– Protege os ossos, prevenindo a osteoporose;
– Ajuda a prevenir o surgimento de celulites e estrias;
– Auxilia na sustentação estrutural para dentes, vasos sanguíneos, ossos, pele e alguns órgãos.
Quanto às marcas disponíveis no mercado, a nutricionista alerta para a necessidade de que tenham o selo de aprovação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e observa: “É importantíssimo lembrar que o colágeno, assim como qualquer suplemento, não possui 100% de efeito quando utilizado isoladamente. O importante é sempre associar seu uso a uma alimentação balanceada e hábitos de vida saudáveis.”
Tipo 2
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Tipo 2 age diretamente no sistema imunológico


Não falei disso com Juliana, mas pelo que pesquisei, outro tipo de colágeno que vem sendo bastante utilizado é o tipo 2. Segundo informações no site do detentor da patente (UC II), esse colágeno age diretamente nas articulações, por isso costuma ser recomendado para quem tem osteoartrite. Também é indicado para atletas, pois alivia o desconforto após atividades físicas. Ambos (hidrolisado e tipo 2) têm origem na cartilagem animal, por isso são ricos em proteína. Enquanto o hidrolisado é extraído de boi, porco e peixe, o tipo 2 vem do esterno do frango.
O processo de fabricação e como agem no organismo também são diferentes. O hidrolisado age como repositor do colágeno que deixamos de produzir, por isso necessita ser absorvido corretamente. O tipo 2 age no sistema imunológico, reduzindo a destruição articular e possíveis inflamações, melhorando a flexibilidade e mobilidade. Sob orientação médica, há poucos dias iniciei um tratamento com o tipo 2, depois conto o resultado. Dica: se precisar, veja também quanto fica em farmácias de manipulação, para avaliar o custo-benefício.
Juliana Pizzocolo

Juliana Pizzocolo


* Juliana Pizzocolo é nutricionista funcional e fisiologista do exercício, formada pela UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
Bj da Mi!
 

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Flamenco transforma vida depois dos 40

“Eu me encontrei”, diz Ana Paula Sabella, gerente comercial, de Campinas (SP-Brasil), sobre começar a dançar flamenco após os 40 anos de idade. Depois de uma separação e com o filho crescido, ela finalmente encontrou tempo para fazer as aulas de dança que desejava tanto.

O aumento da autoestima e os benefícios de fazer uma atividade física regularmente transformaram a vida dela, hoje com 46. O vídeo, com a entrevista de Ana Paula, inaugura oficialmente o Canal do Embarque40Mais no YouTube. Siga! E você, o que sonha em realizar? Conte nos comentários!

Ana Paula conta como o Flamenco mudou sua vida:

Entrevista de Ana Paula ao Embarque40Mais. Duração: 5′

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Créditos: 

  • Foto destacada: Andressa Vilella/ Arquivo Pessoal Ana Paula Sabella.
  • Imagens entrevista vídeo: Regina Rocha Pitta e Michele da Costa/ Embarque40Mais. 
  • Imagens dança: Arquivo Pessoal Ana Paula Sabella. 

Você também pode gostar de ler a entrevista da professora Ciça Toledo, sobre sua realização em estudar teatro. 

Comidinhas e compras em Belém- Lisboa

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Rua Belém, Lisboa


 

Em nossa estada em Belém (Lisboa), não podíamos deixar de provar os pastéis de nata da Antiga Confeitaria de Belém (Rua Belém), várias vezes, só pra ter certeza.. rs. Sabor divino e bom atendimento que valem o preço: 1,10 EUR cada. O Bacalhau ao Lagareiro do restaurante Belém 6a8 é bom, o atendimento e ambiente também e o preço mediano. Experimentei uma das refeições rápidas de A Padaria Portuguesa de Lisboa (unidade da Rua Belém), que inclui o sanduíche (sandes) de salmão, sopa de legumes e suco por 4,95 EUR: comida saborosa, embora o sanduíche que me serviram tivesse menos recheio que o da foto (propaganda) e o responsável pela loja insistiu que eu tinha pedido o de atum quando disse que estava errado, mas acabou aceitando trocar o lanche.
Também almoçamos no Pão Pão Queijo Queijo (Rua Belém) e ficamos bem decepcionadas. Os funcionários são atenciosos, mas concluímos que a qualidade da comida e o ambiente (quente, barulhento, apertado e com pombas sentando às mesas externas) não valem nem a metade do preço cobrado pelos pratos.
Nota 10 para o Rui dos Pregos, pela boa comida, atendimento, ambiente e preço justo! Em oito dias em Belém, viramos clientes regulares. Esses “pregos” são tradicionais sanduíches de carne. Destaque para o rústico Peru no Pão, com dentes de alho esmagados grosseiramente: simples e delicioso! O ambiente me lembrou muito o Giovannetti e o City Bar, em Campinas-SP-Brasil, e não à toa: no último dia soubemos que o dono é brasileiro.. rsrs.
Como em Belém ficamos hospedadas em um pequeno apartamento, tivemos que providenciar ao menos as comidinhas para o café da manhã. Para isso, recorremos a comércios locais. Quase todas essas comprinhas foram feitas em dois mercadinhos na Rua da Junqueira: o Mercado de Belém e o Meu Super. Os dois são pequenos e os preços parecidos, mas no Meu Super há um pouco mais de variedade. No Mercado de Belém, atende um rapaz de Bangladesh que, apesar da dificuldade com o idioma, é sempre muito gentil.
Um atencioso senhor atende na banca de jornais (Rua Belém, ao lado do Mc Donalds), onde pode-se comprar, além dos periódicos locais e de toda a Europa, os cartões magnéticos de transporte, que são carregáveis e permitem viajar mais pagando menos em todos os meios coletivos: autocarro, elétrico, elétrico articulado, metro, trem, barca de travessia do Tejo e até elevadores administrados pela Carris, como o da Justa (na Baixa-Chiado). Também vou falar sobre essa experiência do Elevador em outro post.. Saiba mais sobre os cartões de transporte aqui.
É isso. Não é muita coisa, mas achamos interessante compartilhar nossas experiências para ajudar um pouco aqueles que, como nós, vivenciem Belém por alguns dias. Até a próxima! (MC)
Leia mais sobre Belém-Lisboa:
Uma praça, muitas histórias
A charmosa Belém que transborda história
 

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