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Experiências, histórias e roteiros de viagem e turismo para quem gosta de aproveitar mais a vida! Da jornalista Michele da Costa e convidados.

Visitar o Museu Afro Brasil para compreender nossa história

Visitar o Museu Afro Brasil, na cidade de São Paulo, é uma ótima oportunidade para conhecer sobre a cultura e as diversas contribuições dos povos de origem africana na construção do Brasil. Como a maioria da nossa população é descendente desses povos, também significa conhecer parte fundamental da nossa própria história.

Então, caminhar pelos espaços do Museu é como uma imersão ao conhecimento e o despertar de uma sensação de pertencimento. Assim, a visita pode nos ajudar, enquanto sociedade, a recuperar e valorizar nossa identidade afro-brasileira, para além da história e cultura eurocêntricas que nos foram impostas como únicas por séculos.

Entre as mais de 6 mil obras do acervo permanente do Museu estão pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas. As peças datam desde o século XVIII até os dias de hoje, de autores brasileiros e estrangeiros.

Visitar o Museu Afro Brasil nos permite conhecer vários aspectos da cultura africana e afro-brasileira, como religião, trabalho, arte e escravidão. Dessa forma, compreender como tudo isso está diretamente relacionado à sociedade que conhecemos hoje.

A riqueza cultural da religiosidade afro-brasileira

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Minha visita ao Museu Afro Brasil não poderia ter sido em melhor data: 20 de Novembro, dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado na capital paulista. Por isso, a programação era especial, a exemplo da bela apresentação do grupo Baque Atitude, sobre orixás do Candomblé, do lado de fora do Museu. 

Vestidos com roupas e acessórios alusivos a divindades como Iemanjá, Iansã, Exu, Oxossi, Xangô e Oxalá, eles dançaram e cantaram ao som de tambores e palmas. No site do Museu é possível baixar roteiros de visitas temáticas, entre as quais está a de Arte e Religiosidade Afro-brasileira.

Então, visitar o Museu Afro Brasil também é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco sobre a riqueza cultural presente em manifestações religiosas afro-brasileiras.

Infelizmente, as religiões de matriz africana ainda são alvos de violência frequente. Por isso, conhecer e compreender é parte fundamental para o respeito a esta e a todas as religiões, assim como a quem não tem nenhuma.

Sabedoria e força afro forjaram o Brasil

Que a cultura africana está presente em nossa música e religiosidade, todo mundo sabe, mas tem muito mais. Várias técnicas empregadas na produção da cana-de-açúcar e do café, na mineração e na construção de prédios históricos no Brasil foram trazidas pelos africanos. 

Mas eles também eram muito bons como ferreiros e sapateiros, entre outras funções. Assim, vários instrumentos de trabalho construídos e utilizados pelos africanos e afro-brasileiros, durante o período da Colônia e do Império, podem ser observados na visita ao Museu Afro Brasil.

Apesar de terem sido trazidos à força, em péssimas condições nos “navios negreiros”, escravizados e castigados, os africanos e seus descendentes empregaram sua sabedoria na construção do Brasil. E assim foi por mais de 300 anos, até que a escravidão foi abolida de vez pela Lei Áurea, em 1888. 

Descobrindo brasileiros ilustres no Museu Afro Brasil

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Durante a visita ao Museu Afro Brasil, encontramos desde objetos antigos de povos africanos, como máscaras usadas em rituais, até contribuições de artistas mais contemporâneos e populares, como Heitor dos Prazeres, Ruth de Souza e Milton Nascimento.

Mas, uma das coisas mais interessantes é constatar que vários ilustres da nossa arte e história eram negros ou mestiços. Entre eles, o maestro Carlos Gomes, o escritor Machado de Assis e o poeta Gonçalves Dias.

Carlos Gomes (1836-1896) nasceu em Campinas, interior de São Paulo, e foi reconhecido mundialmente. A cidade, onde reinavam absolutos grandes barões do café, figura entre as últimas do país a libertar os negros escravizados.

Publicação no site da Rádio EBC menciona que “Carlos Gomes parece mais claro em vários registros”. “Segundo dizem, o próprio usava um bigode para disfarçar os lábios grossos e não ser caracterizado com um mulato (termo muito comum nesta época, para designar os descendentes de brancos e negros).”

Mas esse desconhecimento ainda hoje deve-se ao fato de que muitas biografias omitem essa informação sobre a ascendência africana. E isso está relacionado ao preconceito e discriminação racial, que ainda é muito presente em nossa sociedade, infelizmente.

Assim, esse processo de valorização da cultura afro-brasileira também é fundamental como instrumento de combate ao racismo e todos os problemas sociais relacionados. 

História do Museu Afro Brasil

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Ornamentos utilizados por povos africanos

Então, a inauguração do Museu Afro Brasil aconteceu em 2004, a partir da coleção particular do diretor curador Emanoel Araujo. Ele já tinha tentado criar uma instituição para o estudo das contribuições africanas à cultura nacional. Até que obteve apoio da então prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, à sua proposta museológica. 

Foi quando teve início o projeto de implementação do Museu, com recursos da Petrobras e do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. No entanto, desde 2009, o Museu Afro Brasil é uma instituição pública, vinculada à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e administrado pela Associação Museu Afro Brasil.

O acervo do Museu é composto por mais de 6 mil obras, mas somente uma parte é exibida na exposição de longa duração. Mas, frequentemente realiza exposições temporárias e eventos culturais no seu Teatro Ruth de Souza. 

Os visitantes do Museu Afro Brasil também têm acesso a aproximadamente dez mil obras literárias na Biblioteca Carolina de Jesus. Além disso, vinte obras raras da Biblioteca estão disponíveis no site do Museu. 

Acervo digital do Museu Afro Brasil

Contudo, é bom saber, especialmente nesses tempos de distanciamento social, que o Museu Afro Brasil dá acesso a várias de suas obras e documentos por meio do Acervo Digital. Assim, basta inserir alguns dados nos campos indicados para abrir uma lista e escolher quais arquivos quer ver.

Dessa forma, entre outras obras de arte disponíveis online estão algumas dos seguintes artistas: Antônio Rafael Pinto Bandeira (1863-1896), Antônio Firmino Monteiro (1855-1888), Estevão Roberto Silva (1845-1891) e Arthur Timótheo da Costa (1882-1922).

Você também pode visitar outros grandes museus brasileiros sem sair de casa.

Como e quando visitar o Museu Afro Brasil

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Museu Afro Brasil fica dentro do Parque Ibirapuera

ONDE: O Museu Afro Brasil fica dentro do Parque Ibirapuera, à Avenida Pedro Álvares Cabral, sem número, na Vila Mariana, cidade de São Paulo-SP. Se for de carro, entre pelo Portão 3, onde fica o estacionamento que funciona com Zona Azul. Se estiver a pé, entre pelo Portão 10, que fica em frente à Assembleia Legislativa. 

QUANDO: Funciona de terça-feira a domingo, das 11h às 17h.

QUANTO CUSTA: As entradas custam R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia), mas há uma série de gratuidades, consulte! Devido à pandemia, a venda de ingressos está disponível online, por meio do site do Museu.

MAIS INFORMAÇÕES: (11) 3320-8900.

Referências:

Texto redigido e fotos da jornalista Michele da Costa (direitos reservados), com informações do Museu Afro Brasil, disponíveis no site oficial. Ela visitou o Museu em 20 de Novembro de 2018.

Segurança contra Covid em Viracopos certifica aeroporto internacional

Ações de segurança contra a COVID-19 em Viracopos permitiram a certificação do aeroporto, em Campinas-SP, pelo Airports Council International (ACI). A avaliação é realizada pelo Programa de Acreditação de Saúde Aeroportuária (tradução livre de Airport Health Accreditation).

Assim, o certificado internacional de segurança em saúde indica que o aeroporto adotou todas as medidas de proteção sanitária, reduzindo riscos. O Aeroporto Internacional de Viracopos faz parte do ACI desde o início da concessão, em 2013. Mas o ACI existe desde 1991 e possui aeroportos associados em pelo menos 180 países.

Então agora, com essa certificação de segurança contra Covid, Viracopos está entre 198 aeroportos certificados do total de mais de 49 mil aeroportos em todo o mundo. O diretor-geral mundial do ACI, Luis Felipe de Oliveira, é quem assina o documento, válido por doze meses.

“Este certificado reconhece o compromisso do seu aeroporto em priorizar medidas de saúde e segurança de acordo com as recomendações da Força-Tarefa de Reinício da Aviação do Conselho da ICAO (CART) e em alinhamento com as diretrizes ACI Aviation Business Restart and Recovery e ainda em conjunto com as melhores práticas do setor”, diz o texto do documento. 

Só que, para tanto, a equipe de Viracopos respondeu a um questionário do ACI sobre todas as etapas da jornada do passageiro e teve de seguir à risca as ações e recomendações da Aviação do Conselho da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO). Isso tudo com base nas melhores práticas internacionais para o setor de aviação civil. Evidências das ações realizadas em cada etapa também foram enviadas ao órgão.

Medição de temperatura aumenta segurança contra Covid em Viracopos

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Assentos demarcados para distanciamento no Aeroporto de Viracopos. Foto: Viracopos/ Divulgação

Então, desde Março de 2020, com o início da pandemia, a administração do aeroporto adotou uma série de medidas de segurança contra a Covid-19 em Viracopos. Entre essas medidas está a ampliação do processo de desinfecção especial de todo o terminal de passageiros.

Por isso, essa desinfecção é feita pelo menos três vezes ao dia, antes dos horários de pico operacional. Mas também são desinfetados os carrinhos de bagagem, escadas, elevadores e cadeiras. Além disso, uma câmera térmica passou a medir a temperatura dos passageiros no momento em que apresentam o bilhete de embarque. 

O painel de medição de temperatura, implantado pela empresa integradora de sistemas Grupo Contsec, permite o reconhecimento facial e a detecção de temperatura por infravermelho. A medição leva apenas três a cinco segundos. 

Dessa forma, a administração do aeroporto avalia que o protocolo adotado, com pelo menos quarenta medidas até agora, eleva o grau de segurança e cria um ambiente mais limpo e saudável para passageiros e colaboradores. Confira mais detalhes e também medidas adotadas pelo Aeroporto de Guarulhos, em outra notícia que publicamos aqui.

Referências:

Notícia editada pela jornalista Michele da Costa. Com informações e fotos da Assessoria de Imprensa da Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que administra o aeroporto.

Para prevenção da Covid em cruzeiros navio vira bolha social

Operadoras utilizam protocolos de segurança e prevenção da Covid-19 em cruzeiros para criar um tipo de “bolha social” no navio. Isso é possível com testes pré-embarque, passeios em terra somente com serviços exclusivos e uma série de outras medidas, que você confere nesta notícia.

A intenção é isolar e manter seguros os ocupantes do navio durante toda a viagem. Assim foi na retomada europeia da MSC Cruzeiros e assim será na temporada na América do Sul de 2021- 2022, pois a que aconteceria de Novembro de 2020 a Abril de 2021 foi cancelada.

O motivo do cancelamento, segundo a operadora, é a demora na aprovação dos protocolos pelas autoridades competentes do Brasil, Uruguai e Argentina. Essa indefinição prolongada tornou inviável a preparação de toda a estrutura e logística dos navios em tempo para a temporada.

Autoridades receberam protocolos em Julho

No entanto, a MSC Cruzeiros informa que entregou em Julho, às autoridades da América do Sul, seus protocolos de biossegurança para prevenção da Covid em cruzeiros. Apesar das férias frustradas, os clientes que adquiriram os cruzeiros cancelados não terão prejuízo financeiro, pois poderão remarcar a viagem.

Sobre esse atraso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) diz que o assunto está a cargo de um grupo executivo, com representantes de vários ministérios. Também procuramos o Ministério do Turismo, que faz parte desse grupo, mas não obtivemos retorno até o momento.

Por isso, a MSC já tinha adiado duas vezes o início desta temporada e também cancelado os cruzeiros com o Música, navio que faria o roteiro com Argentina e Uruguai. Mas no caso do Música, o motivo teria sido a intenção anunciada pelo governo do Uruguai de manter as fronteiras fechadas durante o Verão, devido à pandemia.

Protocolos foram eficazes na prevenção da Covid em cruzeiros na Europa

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Temporada europeia começou em Agosto com o MSC Grandiosa

No entanto, os mesmos protocolos ainda não aprovados por aqui foram aplicados com sucesso na temporada da Europa, iniciada em Agosto. “O MSC Grandiosa já completou onze viagens e mais de 30 mil hóspedes desfrutaram de férias excelentes e seguras. O feedback deles para nós foi extremamente positivo”, garante a operadora.

A MSC não respondeu sobre possíveis intercorrências relacionadas a medidas de prevenção de COVID-19 em seus cruzeiros na temporada europeia. Mas, o site de notícias português Público informa que a operadora não permitiu o regresso de uma família ao navio Grandiosa. 

Isso teria acontecido porque a família decidiu passear sozinha em Nápoles, enquanto deveria ter ficado com o grupo da operadora. Assim, esses passageiros teriam rompido a “bolha social”, criada para proteger a eles a todos do cruzeiro contra a Covid. A publicação da notícia foi no dia 20 de Agosto.

Dessa forma, as operadoras de cruzeiros estão confiantes quanto à segurança e eficácia de seus protocolos, que vão além do que exigem as autoridades. Além da MSC, entre as operadoras de cruzeiros marítimos mais populares com embarque no Brasil está a Costa Cruzeiros.

Por isso, selecionamos algumas das medidas preventivas mais importantes adotadas por elas para a próxima temporada na América do Sul. A seguir.

MSC faz testes e garante médico gratuito a bordo em caso de Covid

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Teste do cotonete é realizado por equipe médica no terminal de embarque. Foto: Riccardo Fani/ MSC Cruzeiros

Então, os passageiros da MSC Cruzeiros passam por uma triagem de saúde antes de subir ao navio. Essa triagem inclui questionário, medição de temperatura e pelo menos dois testes para COVID-19.

Assim, o primeiro é um teste de antígeno (SWAB) e, em caso positivo, o segundo é um RT-PCR. Mas, para a realização destes testes não há qualquer custo adicional para os hóspedes. Já os trabalhadores dos navios são testados três vezes antes antes do embarque e semanalmente durante o cruzeiro.

Além disso, em caso de suspeita de infecção por COVID-19 durante o cruzeiro, o passageiro terá atendimento médico no navio, gratuito também. Essa contingência pretende evitar a sobrecarga de serviços de saúde locais.

Só que para qualquer outra doença ou acidente o serviço médico será cobrado do passageiro, como de costume. Por isso é importante se prevenir, adquirindo um seguro viagem antes do embarque. Mas é recomendável consultar um agente de viagens para a escolha de um plano adequado.

Contudo, se ainda não tem um profissional de sua confiança, pode contar com nossa agência, a Embarque40Mais Viagens, sem custo adicional, tanto para reservar seu cruzeiro quanto para escolher o seguro. Para consultar, envie uma mensagem do seu Whats App!

Prevenção da Covid em cruzeiros restringe desembarque a passeios exclusivos

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Para garantir o distanciamento e a prevenção da Covid em cruzeiros, os navios da MSC tiveram a capacidade reduzida em 30%. Mas, os passageiros também devem usar máscara facial nas áreas comuns do navio, especialmente no embarque e desembarque, em locais fechados e de maior circulação, como corredores e elevadores.

Os hóspedes só não precisam usar máscara quando estiverem sentados à mesa, durante as refeições, e para atividades em locais abertos, como tomar Sol nas cadeiras e entrar nas piscinas. Isso é possível porque a utilização desses locais é limitada e demarcada, para garantir o distanciamento físico adequado.

O sistema de circulação de ar dos navios da MSC Cruzeiros também é um ponto positivo porque permite a entrada de ar externo o tempo todo.

Além disso, os passageiros só podem desembarcar nos portos de parada para participar dos passeios exclusivos da operadora. O objetivo é manter a “bolha social” também em terra, já que as empresas que realizam esses passeios cumprem os mesmos protocolos de segurança dos navios.

MSC teve consultoria especializada para definir protocolos de segurança

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Pulverização eletrostática é usada para limpar profundamente os navios. Foto: Riccardo Fani/ MSC Cruzeiros

Dessa forma, o protocolo da MSC Cruzeiros é gerenciado por uma força-tarefa multifuncional, composta por especialistas internos. São profissionais de diversas áreas, como serviços médicos, saúde pública e sanitização, aquecimento e ventilação, tecnologia da informação e logística.

A MSC Cruzeiros contratou a Aspen Medical, consultoria especializada de renome mundial, para auxiliar no desenvolvimento inicial do protocolo. Também continua a trabalhar com o seu grupo Blue-Ribbon de Especialistas em COVID-19.

Prevenção da Covid em cruzeiros da Costa também inclui testagem de hóspedes

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Navios da Costa Cruzeiros também terão regras de distanciamento

Os hóspedes da Costa Cruzeiros também só poderão passear em terra com as excursões oferecidas por ela. “Escolhemos locais onde seja possível garantir o distanciamento social, com pequenos grupos de pessoas”, informa a operadora. 

Além disso, as saídas de ônibus são escalonadas e os veículos completamente higienizados antes e depois de cada uso. Durante os passeios, os participantes e guias devem usar máscaras de proteção. 

Nas excursões guiadas, os hóspedes receberão fones de ouvido descartáveis e lenços umedecidos. Para as refeições, deverão dividir a mesa somente com pessoas da mesma cabine. No terminal de embarque, terão a temperatura corporal medida e passarão por um exame de diagnóstico de COVID-19 (teste SWAB). 

Mas, em caso de resultado positivo no teste do cotonete, o hóspede e acompanhantes serão desembarcados no primeiro porto disponível. O objetivo é permitir que a quarentena seja concluída em casa ou em um hospital em terra firme, segundo a companhia.

Costa Cruzeiros troca discoteca por shows ao vivo

Para evitar aglomerações, os navios não terão eventos dentro da discoteca. Essas atividades serão substituídas por espetáculos ao vivo, com regras para a segurança de todos, afirma a operadora.

O uso de máscara não será necessário nas zonas exteriores, nas espreguiçadeiras, na piscina e à mesa, durante o serviço de restaurante e bar. Entretanto, será necessário o uso de máscara no terminal durante o embarque e em todas as demais áreas públicas do navio.

Dispensadores de gel desinfetante para as mãos estarão disponíveis em diferentes áreas do terminal e do navio. Estas e outras medidas foram adotadas para segurança e prevenção da Covid em cruzeiros da operadora.

Referências:

Reportagem da jornalista Michele da Costa (direitos reservados). Com informações e imagens da Assessoria de Imprensa da MSC Cruzeiros e disponíveis no site da Costa Cruzeiros. 

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